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Do lado de cá!

Olá! Como vocês estão?

Eu deveria ser mais profissional e provavelmente meu primeiro texto deveria ser uma crônica ou um desabafo repleto de sentimentos e reflexões que fariam com que vocês me achassem uma pessoa muito madura e que entende o que sentem.

Não que eu não tente melhorar a cada dia e me tornar essa pessoa, mas não é do meu feitio passar uma imagem que possa dar margem à interpretações equivocadas sobre quem eu sou de verdade. Já vivi o suficiente para saber que provocar uma impressão errônea nas pessoas custa caro, custa parte de quem eu sou. E isso é algo que eu tento evitar, sempre que posso.

Então, acho justo que vocês saibam um pouco sobre quem está do lado de cá, antes de me deixarem atravessar a tela e provocar alguns sentimentos, dos quais talvez vocês estejam fugindo. Essa é uma característica bem particular da minha personalidade e não é proposital. Talvez, porque eu goste mesmo de causar algum tipo de reação ou simplesmente porque sou igual a qualquer pessoa que sofre, ri, chora, sente, cai, levanta e se reconstrói. A resposta correta vai depender de vocês e de como reagem ao meu uso das palavras.

Estou deixando vocês confusos? Eu mesma me sinto assim na maior parte do tempo… Para que possam entender um pouco dessa confusão, meu nome é Regiane, mas vocês podem me chamar de Rê, Regi, Gih, Gigi… Como preferirem. Saibam que trabalho no Sistema Público de Saúde, lidando com desenvolvimento infantil – parte que eu realmente adoro – e reabilitação física – que eu também adoro! Tá, eu amo ser Fisioterapeuta!!! – e durante um bom tempo, meu trabalho me fazia sentir realizada… Mas, depois de um tempo, já não sentia o mesmo fervor, a mesma paixão… Essa sensação se juntou a outras, mais profundas, mais densas e quando me dei conta, havia um buraco no meu peito.

Assistindo a um filme certo dia, uma das personagens falou sobre um homem em uma aldeia no Alasca, que tinha um buraco no peito e que ele passou muito tempo procurando uma forma de lidar com isso… Até construir um totem e erguê-lo no meio da aldeia, que preencheu o vazio no centro da aldeia e em seu coração.

Apesar de se tratar de ficção, eu me senti muito tocada por essa breve história e soube imediatamente que eu estava na mesma situação que aquele personagem, que sequer apareceu no filme, apenas foi citado… Eu precisava encontrar o que me ajudaria a lidar com o meu buraco particular.

Desde então, tenho andado por aí, escrevendo, escrevendo, escrevendo… Numa tentativa de dar forma, cor e substância a essa abertura aqui dentro, como um buraco negro que por milagre consegue transformar sua trajetória em um processo inverso ao natural e volta a brilhar e irradiar energia estelar.

E só o que peço é que vocês me acompanhem e me auxiliem nesse processo!!! Com beijos, abraços e orações… Com o que tiverem a oferecer. Prometo me transformar no melhor que eu posso ser!

Um beijo imensooooo, do tamanho da minha gratidão por estar aqui!!
<3

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4 Comments

  • Reply
    Blog Papel Papel
    6 de junho de 2017 at 22:46

    Muita alegria em conhecer este seu novo cantinho, Gih!! Já ansiosa pelas crônicas que virão <3
    Meus parabéns também a toda equipe do Vigor Frágil por este blog tão belo e gentil! <3
    Vida longa e muita inspiração pra todas vocês :))) Que venham muitas histórias!!
    Beijocas,
    Rebeca

    • Reply
      Regiane Medeiros
      7 de junho de 2017 at 14:05

      Se você não tivesse apostado em mim, isso não teria acontecido! Portanto, toda gratidão a você por sua generosidade e amizade miga carioca rs #amo
      ❤😘

  • Reply
    Sheila França
    6 de junho de 2017 at 22:32

    Que bom que está por aqui! Ansiosa pelos textos que virão! bjuss

    • Reply
      Regiane Medeiros
      7 de junho de 2017 at 14:06

      Ahhhhh que delícia ver você aqui!!! Te amo ❤😘

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