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A Travessia

Oi Gente, tudo bem?

Hoje vou falar sobre um filme que eu não conhecia nem nunca tinha ouvido falar dele e muito menos se parece com o que eu normalmente gosto de assistir mas como foi indicação de um amigo eu resolvi dar uma chance para o filme.
No começo confesso que achei que ia ser um filme chato, que ia me dar sono por se tratar de uma biografia narrada, mas me surpreendi ao terminar o filme pensando novamente sobre a vida e com a cara toda borrada.

Tudo começa lá em Paris, onde o jovem Petit interpretado por Joseph Gordon-Levitt (que por sinal interpretou muito bem, mas esse assunto é pra depois) começa sua carreira de malabarista no circo e lá ele desenvolve a paixão pelo equilibrismo. O filme mesmo estando na categoria de biografia não conta exatamente sobre sua vida ou de seus dramas pessoais com a rejeição da família até porque essa não era a ideia do diretor e sim sobre sua jornada até conquistar um dos seus objetivos e maior sonho como equilibrista.
Ele conhece sua primeira cúmplice de aventuras interpretada por Charlotte Le Bon e um fotógrafo interpretado por Clément Sibony que acaba se tornando seu melhor amigo.
Philippe Petit era fissurado pelas Torres Gêmeas. Sim ! Aquelas do centro de Nova York do atentado de 11 de setembro.Ele as achavam lindas e seu maior sonho era atravessar de uma para outra usando apenas um cabo.
Juntos eles embarcam nessa arriscada aventura. Mesmo sem ter autorização legal para tal acontecimento, ele reuniu seu grupo de cúmplices para bolar o plano para que isso se tornasse realidade.

A história é real e aconteceu em 7 de agosto de 1974 e ganhou destaque no mundo inteiro, mas o filme mesmo foi lançado em outubro de 2015. Classificado nas Categorias de Biografia, Drama e Aventura e dirigido por ninguém mais ninguém menos que Robert Zemeckis , o mesmo diretor de Forrest Gump, Náufrago e O Voo.

Pra começar, quero declarar que ja era fã de Joseph , mas no filme seu personagem com o cabelo estranho, as lentes de contato azuis e o esforço para o sotaque francês o tornou bem estranho. Ele começa como narrador desde a primeira cena, mas de uma maneira diferente como se fosse mesmo só o condutor da história.

Agora tecnicamente falando o chroma-key foi bem utilizado principalmente nas cenas de equilibrismo e a produção utilizou uma paleta de cores muito utilizada nos filmes franceses como de Amélie Poulain (outro filme que eu amo), o que dá bastante impressão de um sonho.

O filme é cheio de sensações, e manipula as emoções do público provocando a máxima tensão possível, mas em mim além disso o impacto foi bem maior em outro sentido que eu já vou explicar.
“… Se faltarem três passos e você der esses passos com arrogância, se achando invencível, você morrerá… “

Essa é a frase do filme que mais mexeu comigo e vou levá-la pra sempre na minha vida. Ela me fez pensar não apenas no meu esforço pra conseguir o que eu quero ou conquistar meu sonho sabe, fazer o possível e o impossível, mas também na forma que eu corro atrás deles e de como eu retribuo ás pessoas que estão sempre ao meu lado para que eu consiga atingir o meu objetivo. Também me fez pensar em: Será que eu estou me esforçando o bastante para conquistar tudo que eu quero? Será mesmo que é possível aquilo que eu quero?

Calma, eu não vou sair por ai me equilibrando numa corda de um prédio para o outro e nem vocês ok?!?!?!
Maaaas me comprometi a dar o meu melhor para realizar os meus sonhos. E ai, vocês vão embarcar nessa também?

Não é um filme que agrada a todos, mas a reflexão por trás de tudo, pelo menos da forma que eu vi foi bem importante pra minha vida.

 Se você já assistiu esse filme comenta aqui embaixo o que achou e se não assistiu, espero que goste e se surpreenda com o que você é capaz de fazer com os seus sonhos!

Beijos e até o próximo!

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