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Amanda Souza

Desenvolvimento Pessoal Pensamentos Relacionamento

O AMOR QUE FICA.

Eu ainda sinto falta dele.

Não tenho como começar a escrever sem falar isso. Depois de todo esse tempo e tudo o que aconteceu, eu ainda sinto falta desse desgraçado. Sei que falta alguma coisa, e sei que não é alguma coisa, é alguém. É o bendito. Ele mesmo. Aquele que não me quer. Aquele que nunca quis da maneira certa. Que não pensa mais em mim. Que brincou comigo de uma maneira cruel. Que foi embora para nunca mais voltar. Continue Reading

Séries/Filmes

Dica de Filme – Like Crazy

Nessas semanas que passaram assisti diversos filmes que estavam há um tempão na lista para assistir e nunca me sobrava tempo para vê-los, então aproveitando o tempo que me sobra agora por conta de ter concluído a faculdade, assisti vários deles e resolvi dividir com vocês, afinal essa é a ideia por aqui, explorar e compartilhar! E para começar a seleção dos últimos que assisti, escolhi um já mais antigo que acabou se tornando um dos meus queridinhos pela delicadeza e simplicidade.

 

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Desenvolvimento Pessoal Relacionamento

20 e poucos.

Todo mundo costuma dizer que a adolescência é uma fase complicada, muitas descobertas, hormônios à flor da pele, um monte de dúvidas sobre o futuro, pressão do vestibular, partidas de coração. A adolescência é um caos e todo mundo me contou isso, então eu meio que sabia que teria que nadar nessa corrente de inseguranças que a gente vive dos 15 pra frente, só que quase ninguém diz é que a crise da adolescência é fichinha perto da crise dos 20 e poucos anos. Continue Reading

Séries/Filmes

Dica de Filme: Her.

Eu tenho a grande tendência a assistir alguns filmes clássicos depois que TODO mundo já viu e sempre acho que é melhor não falar nada a respeito para não fazer papel de boba, mas acho que no caso desse filme, me rendo ao papel se isso fizer ao menos UMA pessoa que não tenha visto enfim assisti-lo. Dirigido e produzido por Spike Jonze – diretor maravilhoso de filmes que adoro – ganhou o Oscar e Globo de Ouro de melhor roteiro original, sendo estralado por Joaquin Phoenix e pela Scarlett Johansson (queridíssima, que não aparece no filme, porém vocês irão entender!), estreou no Brasil somente em fevereiro de 2014 e hoje faz parte da minha lista de filmes favoritos.

O filme retrata a história de Theodore, um escritor de maravilhosas cartas manuscritas, que divide seu tempo entre o trabalho, bad word ografia na internet, partidas de videogame, encontros com alguns amigos e lida com a melancolia de esquecer sua ex-esposa com quem manteve um longo relacionamento e estão em processo de separação. Até que um belo dia se rende a um novo sistema operacional para o seu computador – Samantha e acaba se apaixonando por ela.

Apesar de trabalhar num local especializado em produzir cartas escritas à mão, Theodore passa dias sem encostar sequer os dedos em algo ou alguém, fazendo praticamente toda sua rotina por comando de voz ou captação de movimentos, algo bem triste e sutilmente real hoje em dia, o que leva ele a flashbacks em sua época de casado onde havia bastante contato físico e muito brilho no seu dia. E é justamente por esse “buraco” deixando pela ex-esposa que ele instala Samantha, um software que é vendido em comercial com a função de escutar, entender, conhecer e aprender com a humanidade, tornando-se então a parceira ideal para ele, afinal quem não gostaria de uma pessoa ao lado exatamente “perfeita”?! 

Porém como programada para ter uma inteligência artificial perfeita, Samantha começa a simular/ter pensamentos e sentimentos cada vez mais reais, chegando rapidamente a desejar ser uma pessoa de verdade para o seu dono. E é exatamente ai que o filme te ganha com todo o roteiro e avalanche de pensamentos e sentimentos que ele gera em cada um de nós, nos fazendo questionarmos a si mesmo. Dentro desse liquidificador de sentimentos e ideias você pode tirar um apanhado de semelhanças com a própria realidade e vários pensamentos sobre porque somos e estamos desse jeito, viciados em tecnologia, imperfeitos, mas ainda cheios de amores por bilhetes feitos à mão. 

Contos e Crônicas Pensamentos

Depois de você.

Você está feliz, não é? Eu sei. Eu vejo que você está feliz com ela, e eu queria muito ficar feliz por você. Mas eu não fico. Eu queria muito poder dizer pra qualquer um que me perguntasse “eu vi, que bom que ele tá bem” e não sentir meu estômago embrulhar. Eu queria muito ficar feliz por você, porque isso significaria que eu te deixei ir de mim, que tudo bem você estar feliz, até porque você não está mais aqui. Mas eu ainda não consegui. Continue Reading