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Grazielle Vieira

Desenvolvimento Pessoal Grazi

CARTAS NÃO ENTREGUES: sobre erros, retaliação, perdão e seguir o baile

Todos nós somos seres humanos, sabia?
Você chegou até este texto, porque o título te interessou e você teve o discernimento para lê-lo, seja até o final ou não.
Carlos Drummond de Andrade, certa feita, deixou vagar por aí que “Ninguém é igual a ninguém. Todo o ser humano é um estranho ímpar.”
Então podemos inferir, que dentro de cada um de nós, apesar de sermos mamíferos, seres pensantes e todas as coisas que a biologia indica que nos faz igual, cada um de nós é único.

Somos únicos em pensamentos, modos de agir, viver e lutar.
Cada um de nós tem um leão por dia para matar. E nessa matança, damos de cara com outras pessoas que também estão ali, vivendo e exterminando seus demônios. Com algumas dessas pessoas que cruzamos, sentimos empatia e, por alguma razão que eu, Grazielle, não consigo explicar, queremos segurar na mão de alguns e ajudá-los nesse exorcismo sempre tão doloroso. De início, alguns aceitam e nos amam por isso, mas no fim… aaaah, no fim a coisa pode ficar feia, porque apesar de quem estar de fora enxergar claramente o que acontece e o que e quem deve ser levado em consideração na saga de uma vida melhor, há pessoas que não estão prontas para enxergar nossa ajuda e esquecem de tudo, no seu maior instinto humano, vindo por atacar. Continue Reading

Contos e Crônicas Grazi

Entre encontros e desencontros

A vida é tão vasta em sua beleza, que nos permite vários tipos de encontros, com as mais diversas pessoas. Mas no meio de tanta gente, acabamos nos perdendo em alguns lugares, de algumas pessoas. Quantas vezes, no acaso de um momento, encontramos pessoas tão boas, que são capazes de mudar nossa vida? Eu diria que são poucas, mas se nos permitirmos e compreendermos que as pessoas não nos pertencem, poderiam ser muito mais. Essas pessoas vem para nos ensinar, somar no grão de areia que somos nessa imensidão que é a vida. Continue Reading

Contos e Crônicas Grazi

Tudo o que ela queria era que o mundo parasse

Tudo o que ela queria, ontem, era que o mundo parasse, que a desse um tempo para que ela pudesse respirar e absorver cada coisa que vinha acontecendo.

Ela queria uma pausa, e nem precisava ser longa, era só para que ela não voltasse naquele lugar escuro novamente, em que ela estivera soterrada por meses. Ela precisava de um tempo, principalmente, para se reconectar consigo mesma e ficar de volta em seus pés sozinha. Continue Reading