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Larissa Correia

Pensamentos

Por favor, não se surpreenda se eu te disser adeus

O cansaço, de vez em quando, me abate com força. Fico mole, com a cabeça e os olhos pesando, só pensando no momento em que terei um pequeno descanso da correria. É ótimo quando uma boa noite de sono consegue resolver o problema, mas geralmente ela só resolve o cansaço físico. E o cansaço emocional, principalmente o causado por alguém?

Preciso colocar as cartas na mesa e ser sincera comigo mesma: será que vale à pena ficar perto de você e, principalmente, será que você vale o tempo, a energia e a disposição empregados? Continue Reading

Música

Indicação Musical: Lenny Kravitz

Olá, galerinha!

Hoje não vai ter textinho bonitinho, nem coisinhas fofinhas. O post de hoje é uma indicação super hot (em todos os sentidos, amém) sobre um dos grandes nomes da música americana (eu acho, quem não acha, problema), herdeiro musical do Prince (amém), sex symbol e um dos meus cantores favoritos: Lenny Kravitz.

Chega mais, pode vir, o negócio vai ser bom hoje.

Leonard Albert Kravitz, ou Lenny Kravitz pros mais chegados, é um cantor, multi-instrumentista, produtor, ator, decorador, paizão, lindo, maravilhoso, homão da porra americano que está por aí tornando o mundo melhor desde 1964 (que saúde!). Filho de uma atriz e de um produtor, Lennyzito sempre adorou música e procurou aprender sozinho o máximo possível, tendo começado a tocar bateria e violão com 5 anos de idade (coisa que eu não sei até hoje, no auge dos 21 anos). O cara tem no currículo 11 álbuns (sendo 1 Greatest Hits), 4 Grammys, 1 BRIT Award, além de ter atuado em alguns filmes. Tá bom pra vocês? E o melhor: nem pensa em parar. Eu, por outro lado, já to pensando na minha aposentadoria (que eu nem sei se vai sair, do jeito que tá crítica social foda), mas graças a Deus que o post não é pra falar sobre mim.

Namorador que só ele, Lenny foi casado com a atriz Lisa Bonet (que hoje em dia está casada com Jason Momoa, o Khal Drago de GOT e Aquaman na Liga da Justiça. Não é fraca não, a moça), com quem teve a filha, Zoe Kravitz (que também é atriz. Você já viu a carinha dela em X-Men: Primeira Classe e na Trilogia Divergente). Mas, além disso, já namorou mulherões como Adriana Lima, Nicole Kidman, Naomi Campbell, etc etc. Só faltou eu. Essas são as horas que a gente canta um Leoni: POR QUE NÃO EU, AAAAH, POR QUE NÃO EU?

Lisa, Lenny e Zoe. Que família linda <3

Falando sobre música, não foi nada fácil fazer a seleção de músicas pra esse post, porque o homem só tem hino e eu sei que se colocasse tudo, eu precisaria fazer uma parte 2. Procurei selecionar algumas das minhas favoritas dentre as mais conhecidas. Acomodem-se, coloquem os fones e curtam alguns dos maiores hits do Leonard:

It Ain’t Over ‘til It’s Over (1991)

Faixa do segundo álbum do cantor, Mama Said, podemos dizer que esse é um dos maiores hinos da carreira dele. É aquela música que você bota pra tocar e quando vê, tá cantarolando, porque ela é super simples e tem uma melodia muito gostosinha. Essa é uma das canções mais famosas dele (se você não conhece, vai conhecer agora), toca muito nas rádios da vida até hoje. Sucesso absoluto, foi sua primeira canção a entrar no top 10 da Billboard Hot 100. Aqui nas nossas terras, fez parte da trilha sonora da novela Vamp.

So many tears I crieeeed… Vocês continuam, vai!

Are You Gonna Go My Way (1993)

Mais um hino atemporal que leva o nome do álbum de origem. AYGGMY rendeu duas indicações ao Grammy (Melhor canção de Rock e Melhor performance vocal de Rock) e uma vitória no MTV Music Awards de Melhor artista masculino. A música ganhou certificado de diamante aqui no Brasil, inclusive. É muito poder, você quer @? Eu particularmente gosto dessa faixa pela pegada meio Jimi Hendrix (há quem na internet que diga que o Lenny é um Jimi wannabe, que Deus perdoe essas pessoas ruins), super agitada e dançante. Boa pra bater cabelo, também. Eu já tentei. O pescoço doeu, mas valeu à pena.

RE dangerXPEITA O LENNYZÃO DA MASSA, RAPÁ!

Fly Away (1998)

Impossível falar de Lenny Kravitz e não mencionar “Fly Away”. Sem sombra de dúvidas, é um de seus maiores êxitos. Foi a primeira música dele que escutei, quando ainda era um projeto de pirralha. Essa música foi um marco no fim dos anos 90 e início dos 2000, lembro de ter ouvido muito essa música nas rádios na época (tempo bom que, infelizmente, não volta mais). Vale destacar que Lenny venceu o grammy (quando essa premiação ainda tinha alguma credibilidade) na categoria de Melhor performance masculina de Rock com esse hino, em 1999.

Música boa pra dar uma sarrada curtir numa festinha, né mesmo?

American Woman (1999)

É um cover (a versão original é de 1970, de uma banda canadense chamada The Guess Who), gravado especialmente para o filme Austin Powers: O Agente Bond Cama, lançado no mesmo ano. A atriz Heather Graham, que atua no filme, faz uma participação no music video. Com essa música, Lenny faturou mais um grammy, de Melhor performance masculina.

Reza a lenda que a música original é uma crítica social foda aos Estados Unidos e suas políticas, mas a versão do Lenny tá mais pra um “mulher, fica longe, mas se quiser, pode ficar por perto sim”, a Heather tava algo meio “femme fatale” e essas coisas. Isso é bem condizente com o universo Austin Powers, na verdade. Quem conhece, sabe.

Again (2000)

Again foi o single de divulgação do Greatest Hits do Lenny e um dos mais bem sucedidos de sua carreira. Com esse hino, ele faturou o terceiro grammy (Melhor performance vocal masculina), em 2001. Foi outra música que a gente ouviu por aqui até cansar (mas não cansamos), porque fazia parte da trilha sonora de “Um Anjo Caiu do Céu” (eu tinha esse cd, socorro, to velha!).

Rapaz, o que falar dessa música? Sempre me arrepio quando ouço, juro pra vocês. Eu particularmente acho que ela mexe muito com quem já teve aquele lancinho no passado e não esqueceu o/a @… Acontece, né? Comigo, mais do que eu gostaria.

Agora, o clipe… Assistam e tirem suas próprias conclusões:

~~Meninas, atenção entre 1:20 e 1:34. Cês vão me agradecer depois.~~

Todo mundo vivo? Todo mundo bem? Podemos prosseguir? Ok, vamos nessa.

Calling All Angels (2005)

Calling All Angels é aquela música que pode passar despercebida por aí, mas quando você ouve, você já sente a porrada na cara. Pois é, na playlist da fossa, essa tem que estar presente. “Em qual trilha tava?” Senhora do Destino, quando a Nazaré jogava o povo da escada. Apreciem essa obra de arte:

Eu ouço essa música e lembro das pseudo desilusões amorosas que eu tinha lá nos meus 11 anos… Era feliz e não sabia.

I’ll be Waiting (2008)

Mais um tiro que Lenny nos deu, I’ll be Waiting faz parte do álbum “It is Time for a Love Revolution”. Essa é um verdadeiro tapão ardido na alma, no espírito, no perispírito… Enfim, IBW é sobre um amor não correspondido e que, não importa quanto tempo for preciso, Lenny estará lá, esperando. Um homem desses cantando uma música dessas é PRAMATÁ, né non?

Um hino é um hino, né mesmo amores?

The Chamber (2014)

The Chamber é o principal single do álbum mais recente do Lenny, Strut. A música tem uma pegada bem anos 80 e é super gostosinha. Mais uma canção sobre desilusão amorosa (oi Lenny, tá tudo bem? Senta aqui, vamos conversar). Quando você perceber, já vai estar balançando a cabecinha de um lado pro outro.

O clipe deve ter sido, sem dúvidas, um dos mais sexies de 2014, porque, rapaz… Não é de Deus um negócio desses.

QUANDO EU ME RECUPERAR, EU CONTINUO ESCREVENDO.

~~Minutos depois~~

Enfim, mores, como eu disse no comecinho do post, além de uma carreira brilhante na música, o gato ainda atacou de ator . Pra quem não se ligou, o man magia (ele já não tem idade pra ser chamado de boy, né? Sejamos coerentes) esteve em Jogos Vorazes e Em Chamas, além de ter participado de “Preciosa: Uma História de Esperança” e “O Mordomo da Casa Branca”.

Sobre Hunger Games, Lenny interpretou Cinna, o estilista gostoso muito sagaz da Katniss. Foi uma surpresa muito boa quando descobri que ele interpretaria um dos meus personagens favoritos da série e, sendo bem sincera, ele superou todas as expectativas de Cinna que eu tinha. Ficou melhor do que eu tinha imaginado e eu juro que não to falando porque gosto dele. Fora aquele delineador dourado baphônico (quero, inclusive), marca registrada da personagem. Amei, adorei e achei tudo, sim.

Nunca vou superar #CinnaDeservedBetter

Bom, o que mais eu posso dizer sobre o Lenny, além de lindo, maravilhoso, perfeito? Ele é um artista completo. Canta, compõe, toca todos os instrumentos, produz, decora, atua… Enfim, morrer de fome, nunca. Mas, mais do que isso, Lenny tem músicas que transmitem mensagens de amor, esperança, fé no futuro e é o tipo de artista que vive intensamente sua arte, que valoriza suas raízes. Por essas e outras, merece o selo “Homão da PORRA”.

Enfim, eu vou ficando por aqui, curtindo o som desse gênio. Espero que tenham curtido e, se não, paciência. Depois vem mais indicações. Sugestões são sempre muito bem vindas!

Até a próxima, galeris!

Um beijo grande,

Laris 😉

Aqui, uma playlistinha linda no spotify pra vocês. Enjoy 🙂

Pensamentos

Eu quero que você fique

Eu fico pensando em como as relações se tornaram tão rasas, ultimamente. É tão fácil “pegar” e se “desapegar”, na velocidade de um clique, tão fácil ser substituído, descartado. Não sei se eu que sou romântica demais ou se realmente a gente vive uma “cultura do desapego”. Particularmente acredito muito mais na segunda opção. É tão fácil não ser nada. É tão duro não ser nada.

Pessoas entram e saem das ​nossas vidas todos os dias. Vem, ficam, vão. Às vezes, ficam por muito tempo; outras, é tão rápido que mal se termina de dizer “olá” e já está se dizendo “adeus”. É como um vagão de trem/metrô: o embarque e desembarque é constante, contínuo e é desse jeito porque tem de ser assim. É o ciclo da vida, ss coisas funcionam desse jeito.

Mas sempre existe/aparece aquele alguém que a gente deseja que vá até o ponto final conosco. O ponto final que, na verdade, não é um fim, mas sim, o começo de tudo. Aquela pessoa que vai entrar na nossa vida e ficar, fazer morada, zelar pelo seu novo lar. Que vai se tornar a única e vai tornar irrelevante todas aquelas que desembarcaram do trem ao longo do percurso chamado vida. Que mesmo com todos os solavancos, irá permanecer se segurando nos ferros, nas portas, aonde for. Ela vai continuar.

Penso nisso com frequência ao analisar minha trajetória: várias pessoas fizeram essa viagem no meu trem. Algumas demoraram​ mais que outras, algumas foram mais turbulentas que outras, algumas subiram em uma estação e desembarcaram na seguinte. Ninguém chegou ao ponto final e ir sozinha é uma longa e solitária viagem. Necessária, sim, porém solitária.

Eu não quero só saciar os desejos carnais, não quero só ganhar beijos e abraços sem significado. Quero ser o motivo do sorriso de alguém. Dar força, carinho, suporte, amor e o que mais for preciso. Estar por lá quando precisarem de mim. Mais do mesmo eu dispenso, obrigada. Eu não sou mais do mesmo, eu não quero mais do mesmo.

Entretanto, eu também quero alguém que me trate assim, que me dê valor, que não vandalize o trem, já tão sucateado pela vida. Eu não quero nudes, eu quero ser importante. Sem rótulos, sem cobranças? Tudo bem. Eu só quero saber que existe alguém que fica feliz por me ver feliz. Eu não me importaria com o nome disso, se isso tivesse, de fato, um nome. Nomenclatura é irrelevante, os sentimentos não.

 

O trajeto é importante, claro, mas, mais do que isso, é a linha de chegada. O objetivo (ou a possibilidade) é o que nos impulsiona, o que nos​ move. É o que nos levanta da cama diariamente. E por que não ter o objetivo de ser feliz? Por que não almejar chegar ao ponto final e fazer dele um novo começo?

Se eu vou encontrar tal passageiro (prefiro chamar de permanente) na vida, é um mistério. Posso encontrá-lo hoje, daqui a 30 anos ou não​ encontrá-lo, de maneira alguma (talvez ele ande de carro). Mas confesso – se é que ainda preciso confessar algo – que eu gostaria de saber que, ao menos, existe uma pessoa que sorri ao pensar em mim e que mal pode esperar para embarcar nessa viagem, onde me encontro agora. Eu quero que você embarque e, principalmente, quero que fique.

(Texto original aqui)
Música

VOCÊ PRECISA CONHECER: Take That – A febre britânica dos anos 90.

“O nosso trabalho é divulgar e enaltecer os nossos divos, Take That”.

E aí, pessoas, tudo bom? Estreando aqui no blog ~honradíssima, inclusive~ justamente no dia da maldade *risada malígna*. Dia de mandar aquele “oi, sumida!”, de bater cabelo até ficar com torcicolo, de sensualizar na gelatina… (cês vão entender essa tirada já já).

Ok, sem enrolação. Venho aqui hoje com uma indicação quentíssima. Vocês conhecem Take That? Não? Provavelmente já escutaram músicas deles por aí e não associaram o nome às pessoas, mas titia Laris está aqui para salvar o dia.

Take That é uma boyband (agora estão mais pra manband, mas enfim) britânica de pop formada em 1990, composta, na ocasião, por 5 seres humanos maravilhosos: Gary Barlow, Mark Owen, Howard Donald, Jason Orange e o queridíssimo Robbie Williams (sim, senhor Robert, himself, foi membro de uma boyband). O grupo foi febre na Europa no início dos anos 90 – aquela década maravilhosa que nos trouxe Backstreet Boys, Hanson, Spice Girls e muitos outros artistas -, tendo lançado 3 álbuns e 1 Greatest Hits antes da separação, em 1996, e mais 5, desde o retorno, em 2006.

Da esquerda para a direita: Robbie Williams, Mark Owen, Howard Donald, Jason Orange e Gary Barlow

Falando da década de 90, os meninos foram uma grande revelação do pop, sendo considerados “a resposta britânica aos New Kids on The Block”. Fizeram um estrondoso sucesso na Europa, apesar de serem pouquíssimo conhecidos nas terras de Tio Sam.

O maior sucesso do grupo, até hoje, é Back For Good, do último álbum antes do disband, ‘Never Forget’. Eu cresci ouvindo essa música nas rádios, acho que muita gente dos anos 90 também. Foi, inclusive, trilha1 da novela Explode Coração, de 1995.

Segura essa fossa, Brasil <3

Mas nem tudo são flores, óbvio. Eles tem alguns clipes que me fazem questionar qual a necessidade, tipo Do What You Like, do primeiro álbum, ‘Take That & Party’:

Esse vídeo é uma boa definição de “wtf”, porque, obviamente, se esfregar na gelatina é bem sexy. Anos 90, vocês foram cruéis pra reputações…

Mas também tivemos momentos fofurinhas, como o clipe de Everything Changes, do álbum homônimo, de 1993:

EU VENERO ESSE CLIPE COM TODAS AS MINHAS FORÇAS!!

Eu não preciso nem dizer que a banda fez um sucesso danado entre as adolescentes da época, né? Além do público juvenil feminino, a banda fez bastante sucesso com o público gay, afinal, os meninos começaram se apresentando em clubes e boates. Como diria Vanessão:

A gente sabe que, por debaixo dos panos, rolam umas tretas bem loucas.  Com base no que os próprios disseram no documentário “For the Record” (2005), o relacionamento entre eles era meio complicado, principalmente da parte do Robbie, o rebelde (boyband sempre tem estereótipo, aqui não seria diferente), com o Gary, o gênio musical do negócio. O Gary realmente ganhava mais destaque por motivos de ter a melhor voz do grupo e ser naturalmente um compositor maravilhoso. Aí Robertinho, pelo que diz a lenda, ficou mordido, né? O dito cujo, inclusive, foi o primeiro a se despedir do grupo, em 1995, para seguir carreira solo, pois toda geração tem o seu Zayn, né mores?

Ela é rebelde, ela…

O grupo se separou oficialmente em 1996, deixando milhaaaaaares de fãs órfãs (grupo que se separa deveria entrar no couro, eu acho). Pra vocês terem noção, tiveram que intensificar o atendimento da CVV britânica (que eu não sei o nome, sorry) porque temiam que muitas meninas se suicidassem pelo disband da Take That. Cê é loko, cachoeira!

Pelo menos nos deixaram com um consolo, uma versão linda de How Deep is Your Love, dos Bee Gees.

Nada psicopata esse clipe, né?

O tempo passou e o mato cresceu ao redor. Robbie emplacou lindamente na carreira solo com hits como Angels, Feel e Sexed Up (trilha sonora de ‘Mulheres Apaixonadas’, quem lembra?) e os outros boys estavam cada um num canto desse mundo (menos o Mark, que até pro Celebrity Big Brother foi – e ganhou, inclusive – e lançou 3 cds solo desde a separação do grupo). Em 2005, após o “For the Record” e o lançamento de um novo Greatest Hits, os meninos (já não tão meninos assim) resolveram se reunir e fazer uma turnê, a Ultimate Tour (Robertinho não se juntou aos bandmates porque o rancor no coração era maior que o topete dele no clipe de Advertising Space). Foi um tremendo sucesso e daí eles decidiram voltar a trabalhar juntos.

Daí chegamos a melhor era da banda, o TT4, que virou TT5, que virou TT3. Confuso, não? Pode deixar, eu explico.

Em 2006, Take That (Gary, Howard, Jason e Mark) lançou o álbum Beautiful World (o melhor, na minha humilde opinião). Foi o segundo álbum mais vendido do ano no Reino Unido (e foi lançado em 24 de novembro). Por que eu acho o melhor? Amores, esse álbum é uma bíblia! Só música pra gritar a plenos pulmões “QUE HINOOOO!”.

 

QUE HINOOOOOS! Tá, parei.

Dois anos depois, veio a melhor era, The Circus, e esses homens provaram que sabem como fazer um real espetáculo com a turnê que foi realmente uma das coisas mais incríveis que já tive o prazer de assistir, tanto que eles arrecadaram, na época, 67,8 milhões de dólares (eu não faço ideia de quantos zilhões de reais isso daria, nos dias de hoje). Povo, que showzão. Pra vocês não dizerem que eu sou suspeita pra falar, vou deixar um trechinho aqui:

A imagem não tá tão boa, mas deu pra sacar, né? Quem ficou curioso e quiser assistir o show completo, aqui está.

Daí em 2009 começou o burburinho de que o Robbie teria se reconciliado com os meninos e foi confirmado que tava tudo de boa (o amor venceu <3) e que lançariam o primeiro álbum com os 5 em 15 anos. E, disso aí, nasceu o Progress, que veio rasgando o cy das inimigas quebrando vários recordes. Pra cês terem uma noção, o bichinho, na época, foi o álbum mais vendido de 2010, do século (superado depois por 25, da Adele) e o segundo da história. Coisas que a gente faz todos os dias, né?

Reza a lenda que eles estão remando até hoje…

O sucesso foi tanto que, em 2011, foi lançado o EP Progressed, com 8 faixas inéditas. Os moços, inclusive, participaram da cerimônia de encerramento dos jogos de Londres – Robbie não estava presente por causa do nascimento da filha, Teddy -, junto com Ed Sheeran, One Direction e Spice Girls. Assim, só aqueles amigos do condomínio, né?

Após isso, os tiozões tiraram um tempo pra divulgar suas carreiras solo e, em 2014 retornaram, porém esqueceram 2/5 do grupo no churrasco. Robbie voltou pra vida solo e Jason voltou pro mato (por onde anda Jason Orange? Um beijo pra ele!). O trio lançou o álbum “III” e, em 2015, foi lançada uma versão especial do mesmo.

O pescoço dói porque eu sempre bato cabelo com essas, é de lei.

E depois de 4074857894 anos de espera, finalmente, no fim de março deste ano, chegou nosso newborn, Wonderland. Foram lançados dois singles até agora, Giants e New Day, que traduzem muito bem o espírito desse álbum tão colorido e vivo.

Na verdade, eu não entendi o propósito desse clipe ainda, mas vamos rir pra socializar.

Algo que é bem interessante na banda é que cada cd vem com uma pegada completamente diferente do anterior. Notória a diferença não só nas músicas, como nos elementos que compõe o álbum (ex: The Circus, como o nome já diz, tinha a temática de circo; o Progress, por outro lado, era mais futurista e por aí vai). Fica a dica pra quem curte, além de boa música, um bom visual e um show lotado de efeitos especiais. Os caras mandam bem demais – e eu juro que não to falando isso por ser fã!

Bom, espero que tenham curtido essa indicação (se não curtiram, paciência, depois vem outras). Se vocês tiverem alguma sugestão de artista, podem falar que titia Laris vai atrás pra divulgar e enaltecer, sempre 😉

O tempo faz bem pras pessoas, né mesmo?

POP IS NOT DEAD, AMEN TAKE THAT!

Até a próxima, galeris <3

Bônus: Fiquem com o Carpool Karaoke especial para a Comic Relief com a Take That (James Corden, eu te venero!).

1: Falando em trilha sonora, você pode escutar músicas dos tios em filmes como Stardust, Os Três Mosqueteiros, X-men: Primeira Classe e Kingsman: Serviço Secreto.

~~Aquela playlist marotinha pra iniciar vocês nessa vida de Thatter, enjoy!~~