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Larissa Correia

Pensamentos

Resoluções de ano novo: Seja o suficiente pra si mesmo.

Esse ano foi de muita reflexão pra mim, principalmente no campo afetivo. Acho que foi nessa área que minha visão mais mudou. Eu era uma pessoa que, não importava a circunstância, não curtia ficar sozinha de jeito nenhum. Nem que fosse pra ter um ficante, tinha que estar com alguém. Não tinha muito o que perder, então apostava todas as minhas fichas nas pessoas e isso acabou me machucando demais. É tão ruim gostar de uma pessoa e não receber nem um pouco disso de volta. É como eu costumo dizer: xadrez não se joga com só um jogador.

Falando nisso, eu me sentia muitas vezes parte de um jogo e, na verdade, não me importava muito. “Vai brincar com os meus sentimentos? Ótimo, se prepare!”. Dizem que chumbo trocado não dói, mas eu tenho minhas dúvidas, porque pode não doer na hora, mas depois, ah, depois… A conta chega, mais cedo ou mais tarde. Não me tornei uma pessoa melhor por me “vingar” ou por fingir que não me importava, quando sabia que, no fundo, me importava bastante. Dói do mesmo jeito, doeu do mesmo jeito. Sentimentos ruins trazem sequelas, não importa quanto tempo demore pra que apareçam: elas sempre aparecem, cedo ou tarde.

Hoje vejo a importância de estar mais “pé atrás”. Primeiro por cansaço emocional, segundo por realmente não estar com vontade de estar com alguém. Passei por situações emocionalmente tensas no início desse ano e, desde então, eu tenho pensado muito no que quero e procuro, referente a relacionamentos. Eu não sou do tipo de pessoa que se envolve por se envolver, não to mais na fase de brincadeirinhas e joguinhos. Sinto que perdi boa parte da energia e da paciência pra esse tipo de “lance”.

Por isso acho importante tirar um tempo pra se curtir. Foi o que decidi fazer nesse semestre, tirei um tempo pra me entender e me conhecer melhor: o que eu quero, o que procuro, o que almejo. Esse foi o melhor período do ano, pois pude dar atenção a outras coisas que estabeleci como prioridade, com relação a mim mesma. Estar na vibe “me, myself and I”, de vez em quando, é ótimo. Não se trata de egoísmo, se trata de fazer mais suas próprias vontades. Se quiser sair, saia. Se quiser dançar, dance. Se quiser beijar, beije.Eu não estou na fase do “quero alguém pra dividir o edredom”, no momento. Penso muito que não adianta se jogar de cabeça em um relacionamento quando você não está no clima pra isso. A gente tem que aprender a se respeitar, sabe? Estar com alguém às vezes pode ser, simplesmente, uma mera estagnação nossa na chamada “zona de conforto”. Será que ficar com alguém ou “alguéns” por comodismo ou porque “não tem nada melhor pra fazer” vai realmente ser bom pra você e, principalmente, pra outra pessoa? Tenho uma visão bem forte sobre seres humanos: eles não são brincáveis. Sentem, como eu, como você. Seria justo machucar alguém por pura vaidade? Por não saber ficar só?

Um conselho de amiga: não fique procurando no amor respostas que só se pode encontrar em si mesmo. Não entre em um relacionamento sem a plena certeza que é da sua inteira vontade. Não fique com alguém pra agradar, muito menos por pena: além de machucar o outro, você machuca a si mesmo com isso.

Outra coisa que acredito muito é que somos como espelhos: assim como o que/quem está ao nosso redor se reflete em nós, também refletimos nós mesmos no que/em quem está por perto. Com isso, creio também que não se pode fazer alguém feliz enquanto você mesmo não estiver. A nossa felicidade é algo que depende de nós mesmos. O que temos como felicidade é algo só nosso, e, portanto, não cabe a ninguém, senão a nós mesmos, perseguir isso. E por nós, apenas por nós. Antes de procurar a felicidade em outra pessoa, olhe pra si mesmo e comece a se perguntar: “o que me faz feliz?”.

A hora de ser feliz é agora, então não vamos perder tempo. E aí, vamos nos colocar como prioridade, vamos nos respeitar mais, vamos nos importar mais conosco em 2018?

Contos e Crônicas Pensamentos

Não se esqueça de mim, não se esqueça de nós

Oi, como vai? Fico até sem graça de perguntar isso depois de tudo, mas ceder à curiosidade sempre foi um ponto fraco. Você sabe, se divertia com isso, se divertia comigo. Ah, as lembranças…

Me peguei pensando em você, em nós e em como as coisas acabaram. Ficou a sensação de uma lacuna, algo não propriamente finalizado e que subitamente, se desfez. Não sei se pra você o sentimento é o mesmo, mas eu sinto um incômodo. Como se a história tivesse terminado antes do final, entende?

Eu gosto de acreditar que existem pessoas que a gente não perde, mas, sim, se livra: as tóxicas, frias, egoístas e que não trazem nada além de dor para as nossas vidas. Porém, também creio no contrário: tem pessoas que a gente perde mesmo, e, em algumas situações, simplesmente porque era pra ser assim. É como me sinto sobre tudo que envolve nós dois em boa parte do tempo.

Quando digo que “era pra ser assim”, não quero que pensem que foi conformismo. Não foi, não mesmo. Lutei muito pra continuar, eu bem sei, mas fui vencida. Pelo cansaço, pelas circunstâncias, por fatores externos, enfim, por você. Não que eu esteja te culpando pelo fracasso da história, mas você me afastou. Tinha medo de gostar de mim também, não sabia se conseguiria retribuir o que eu sentia. A culpa – se é que existe um culpado nisso – é mais minha que sua, porque criei expectativas e hoje sei que ninguém é obrigado a se enquadrar nelas, na realidade, por mais que eu queira.

Mas, com toda a sinceridade, eu sinto sua falta. Sinto falta de muitas coisas sobre você, mas, principalmente, da nossa amizade. Lembra quando conversávamos noite adentro, falando besteiras e coisas sem nexo, na maior parte do tempo? Era divertido falar sobre tudo e nada. Quando andávamos nas ruas de mãos dadas, como se fosse a única coisa certa, por mais que dentro da nossa cabeça ainda achássemos estranho, mas que no fundo a gente curtia muito. Sinto tantas saudades desses momentos, parece que foram há mil anos atrás. Tudo o que tenho de você, agora, são isso: lembranças.

Nas raras ocasiões em que nossos olhares se cruzam, vejo o seu demonstrando arrependimento. Não quero ser prepotente ou algo do gênero, porém não sou boba. Sei que você sente minha falta também, eu percebi pelas poucas tentativas de interação que tivemos. Pela mensagem que você me mandou no meu aniversário – que foi um tanto estranho sabendo que, dessa vez, não ficaríamos pendurados no telefone, como aconteceu da última vez -, pelo simples comentário, quase monossilábico, que você deixou em uma foto minha, em um ocasião.

Entretanto, sou orgulhosa demais pra dizer que sinto muito por ter reagido como reagi no fim, que eu queria que as coisas voltassem a ser como eram enquanto nos considerávamos amigos, que eu sinto sua falta. Chegaria a ser cômico, se não fosse trágico: opostos complementares não se complementam mais por eu ser cabeça dura em demasiado. Eu devo ser masoquista pra me prender a sentimentos que não me trazem nada de positivo.

Sei lá, é que eu tive esperança de que fosse dar certo e me decepcionei demais pelo simples fato de não ter sido assim. “Droga, pensei que agora fosse!”, mas não foi e não será. Somos muito jovens, temos mania de achar que sabemos de tudo, quando é justamente o contrário. Teríamos dado certo? Há um tempo atrás, eu apostaria todas as minhas fichas nisso. Hoje, já oscilo na resposta. Talvez o melhor seja não saber.

No fim das contas, temos mais diferenças que semelhanças e elas pesaram demais, nos desgastaram demais. Talvez isso tenha influenciado demais na minha decisão de me afastar, somado ao fato de eu não aceitei nossas diferenças muito bem. Me afastar a ter que te ver todos os dias e mentir pra mim mesma, dizendo que não machucava, parecia plausível. Ainda não sei se tomei a decisão correta com isso, mas não posso mentir: dor eu não sinto mais. Em compensação, o vazio parece crescer a cada dia.

Apesar disso, sempre vou sentir falta de te chamar de amigo, ou melhor, “melhor amigo”. Eu nunca disse – e nem direi, não pessoalmente -, mas obrigada por ter passado pela minha vida. Você foi muito especial pra mim e eu acho que você sabe. Espero que continue sendo a pessoa incrível e cheia de sonhos que eu conheci. Mesmo eu nunca tendo me visto neles, espero que você os realize. Merece toda a felicidade desse mundo.

Sei que você nunca lerá isso, mas se por acaso o fizer, espero que me entenda. Apesar de acreditar que voltar a ter contato contigo pode me ferir, e eu não estou precisando de mais dilemas no momento, ainda tenho um carinho muito grande por você. Pode não parecer, até porque eu nunca demonstro, porém é verdade.

Antes de ir, te faço um último pedido: nunca se esqueça de mim, nunca se esqueça de nós. Porque eu não pretendo, jamais, te tirar das minhas lembranças, mesmo que eu pudesse fazer isso.

Cultura Música

Playlist Especial de Outubro: Bandas da Infância

Fala, gente bonitaaaa! Como estão?

Aproveitando o embalo do dia das crianças que tá chegando, resolvi fazer esse post especial de outubro inspirado nas bandas que marcaram essa fase tão fofinha da minha vida, entre o fim dos anos 90 e início dos 2000. Quem é dessa época, com certeza cresceu fazendo muitos passinhos e aderindo a várias modinhas um tanto quanto estranhas, tipo meiões coloridos, sandálias de plástico, boinas…

Mas eu não vim aqui falar do visual das pessoas (sem julgamentos, né? A gente se vestia assim e se achava o máximo) e, sim, de música, um dos meus assuntos preferidos, como vocês já devem ter percebido há um tempinho. Vamos voltar no tempo das boybands que dançavam, das girlbands que realmente eram ícones e dos passinhos de dança que a gente faz até hoje quando bebe catuaba demais. Me acompanham nessa viagem no tempo?

1 – Backstreet Boys

Da esquerda pra direita: AJ, Kevin, Brian, Nick e Howie.

A maior boyband da história (nem sou eu quem tá dizendo, é o Guinness Book. O choro é livre, pessoal) obviamente deveria vir em primeiro lugar nessa lista, porque não seria eu se não falasse de infância sem mencionar esses homens. Formado por AJ McLean, Brian Littrell, Howie D, Kevin Richardson (que foi ali, mas já voltou) e Nick Carter, o grupo tem mais de 135 milhões de álbuns vendidos e permanecem em plena atividade, desde 1993. Sente o cheiro, dá vontade, né @?

Meu primeiro contato com os BSB foi há muitos anos, eu era um projetinho de pirralha no auge dos meus 3 anos de idade e minhas primas mais velhas, na época adolescentes, adoravam os meninos. É difícil achar alguma moça que tenha sido adolescente nos anos 90 e não tenha curtido os meninos da rua de trás (salvo as fãs de NSYNC, mas a gente dá um desconto, porque né…). Atualmente, estão com uma residência em Vegas bafônica (quem pode, faz residência; quem não pode, se rasga mesmo). Musicalmente falando, foi hard escolher músicas pra essa lista. Dentro de uma discografia, no mínimo, icônica, a gente fica até indecisa.

Sem maiores enrolações, enjoy the Backstreet F*CKIN’ Boys, a maior boyband de todos os tempos!

TELL ME WHY  (Se vocês não cantam fazendo cara de sofrimento, vocês estão fazendo errado).

Sei dançar quase que todinha. E nem preciso beber pra isso.

2 – NSYNC

Da esquerda pra direita: Joey, JC, Justin, Chris e Lance.

Os grandes “rivais” dos BSB não poderiam ficar de fora, até porque eu cago pra essas rivalidades e gosto das duas boybands (costumo dizer que quem toma partido, sai perdendo). Formado por Chris Kirkpatrick, JC Chasez, Joey Fatone, Justin Timberlake e Lance Bass em 1995, o grupo fez um estrondoso sucesso no fim dos anos 90, arrastando multidões de adolescentes por onde passavam (isso é bem universal de boybands). O grupo lançou apenas 3 álbuns de estúdio, antes de dar um belo MIM ACHER nas fãs chamado hiato (ódio mortal por essa palavra. Ou termina de vez, ou continua). Justin Timberlake se lançou na carreira solo e hoje é o sucessor de Michael Jackson no trono do Pop (problema é de quem discorda). Lance confirmou em 2007 que não tinha volta e o sentimento de “nunca pensei que seria otária, fui otária” se fez presente.

Mas o meu sonho de princesa é uma reunion tour. Quebra essa aí pra nóis, gente! Nunca pedimos nada!

JC melhor voz SIM!

Quando eu era pirralha, eu queria esses bonecos. Quem mais?

3 – Spice Girls

Da esquerda pra direita: Geri,  Mel C, Victoria, Mel B e Emma.

Consideradas as donas do Reino Unido a maior girlband de todos os tempos (você quer poder? Toma poder), as Spice Girls foram um real fenômeno nos anos 90 e não podemos questionar: as bichas pisavam muito mesmo. O grupo foi formado em 1994 e era composto por Emma Bunton (Baby Spice), Geri Halliwell (Ginger Spice), Melanie Brown (Mel B. pros íntimos, Scary Spice), Melanie Chisholm (ou Mel C., Sporty Spice) e Victoria Adams (hoje Beckham, Posh Spice).

O sucesso veio de cara com o grande hino da Inglaterra, Wannabe, e daí em diante foi só aumentando. Lançaram 3 álbuns em seu período de atividade e, posteriormente, um Greatest Hits, em 2007. Até um filme foi lançado, o Spice World, em 1997. Mas como nem tudo são flores, né, Geri saiu do grupo em 1998 e em 2001, Spice Girls foram pro mato. Em 2007, as cinco se reuniram, lançaram o GH, como eu disse, e saíram em turnê, enlouquecendo geral porque era o que elas faziam de melhor, graças a Deus por isso.

Em 2016, um novo projeto foi anunciado, o Spice Girls: GEM, com Geri, Emma e Mel B, apenas. Elas chegaram a lançar uma canção, Song for Her, mas com a gravidez de Geri, o projeto foi cancelado. Uma pena, mesmo. Eu já tava começando a juntar minhas moedas pra esse show.

Já dancei na escola. Duas vezes.

Yeah, I want you!

4 – Daft Punk

Eu até poderia dizer que eu sei quem é quem, mas seria mentira.

Talvez vocês não estivessem esperando por essa, mas nunquinha que eu poderia deixar de falar desses dois que eu mal conheço e já considero pakas comecei a acompanhar, curiosamente, depois de ter visto um clipe nos intervalos do Cartoon Network, em 2001. O duo francês é composto por Guy-Manuel de Homem-Christo e Thomas Bangalter e estão em plena atividade desde 1993, apesar do primeiro álbum só ter sido lançado em 1997. Eles são bem conhecidos pelos trajes robóticos e, por mais irônico que isso possa parecer, por nunca mostrarem seus rostos, sempre usando uma espécie de capacete/máscaras em seus clipes/shows. Nada contra, inclusive acho bem inteligente. Reza a lenda que é timidez. Não julgo mesmo, desde que continuem a produzir músicas incríveis.

Preciso dizer que Discovery é um dos melhores álbuns de eletrônica dessa vida! Eu sou fissurada nesse álbum, pra mim foi a melhor coisa já feita por eles.

Music’s got me feelin’ so free… Musicão da POHA.

Curiosidade: Kanye West usou um sampler vocal dessa música em seu hit “Stronger”, de 2007. O duo recebeu os devidos créditos.

5 – Gorillaz

Da esquerda pra direita: Murdoc, 2D, Noodle e Russell.

Eu gostava muito de desenhos, sim. Deu pra notar depois dessa, né? ~~risos~~. Gorillaz é mais uma banda que eu conheci graças ao Cartoon Network (quando ainda prestava). É uma banda virtual criada pelo vocalista da Blur, Damon Albarn e pelo ilustrador Jamie Hewlett, em 1998. A banda é composta pelo vocalista 2-D, a guitarrista Noodle, o baixista Murdoc Niccals e o baterista Russell Hobbs, todos eles sendo colaborações de Albarn com diversos músicos, já que ele (voz do 2-D) é o único membro permanente.

A banda está, atualmente, na 4ª fase, de onde foi gerado o disco mais recente, Humanz, lançado em abril desse ano. O que é super legal é que os personagens “crescem”, envelhecem como se fossem reais. Eu acho isso de uma genialidade absurda. Amém, Damon.

I ain’t happy, I’m feelin’ glad, I got sunshine in a bag…

Love forever, love is free. Let’s turn forever, you and me.

6 – KLB

Da esquerda pra direita: Kiko, Leandro e Bruno.

Chegando na parte BR da lista, óbvio que eles estão aqui (cês podem rir à vontade, mas todo mundo escutava, nem adianta negar. Coloquei mesmo, problema). KLB é um grupo brasileiro formado em 2000 pelos irmãos Bruno, Kiko e Leandro Scornavacca. Os meninos foram muito febre aqui (eu mesma tinha uma paixão louca pelo Leandro, meu Deus), tendo na carreira mais de 7 milhões de discos vendidos. Na discografia, temos 9 álbuns de estúdio e um especial ao vivo em São Paulo. Estão em atividade, tendo mudado um pouco o foco da música. O que antes era mais pop, hoje já é voltado pro soft rock, com influências de Aerosmith, Eagles, Bon Jovi… Enfim, esse povo lindo e maravilhoso do cenário rock. As fãs cresceram, né? Eles também.

Quem nunca chorou ouvindo A Dor Desse Amor e tantas outras, que atire a primeira pedra.

VIDAAAA, DEVOLVA MINHAS FANTASIAS, MEUS SONHOS DE VIVER A VIDA, DEVOLVA MEU AAAAR

Sei tudo de você e você nada sabe sobre mim“. Música que eu ouço quando stalkeio os @s #atenta

7 – Rouge

Da esquerda pra direita, de pé: Luciana, Karin, Patrícia, Fantine. Agachada: Aline.

O que falar de Rouge? Rouge simplesmente é um TIRO! A girlband mais cheia de glitter (pega essa referência aí, chuchu!) do cenário nacional surgiu em 2002 no programa Popstars, transmitido pelo SBT. O grupo era originalmente composto por Aline Wirley, Fantine Thó, Karin Hils, Lu Andrade e Patrícia Lissah (hoje conhecida como Li Martins). Consideradas as “Spice Girls brasileiras”, lançaram 4 álbuns de estúdio durante o período em atividade, sendo os dois primeiros ainda com Luciana, que deixou o grupo em 2004. Além de todo o sucesso musical, a publicidade em cima delas foi monstra. Era sandália, chiclete, álbum de figurinhas, caderno… Olha, época boa da vida foi época Rouge. O grupo foi dissolvido em 2005, deixando milhares de fãs órfãos (me incluo nessa conta, sim).

Em 12 de setembro foi anunciado o retorno do grupo com a formação original para o evento “Chá da Rouge”, no dia 13 de outubro, no Rio. Foi um alvoroço na internet que só por Deus. Fiquei toda me tremendo. Queria ir, mas dinheiro não é algo que disponho no momento (momento durando bastante tempo, inclusive #jovemadultoproblems).

Ah, vocês estão sabendo que revelaram o que essa música significa, né? Não, não é do diabo, pode avisar pra sua mãe. Vocês podem ler a teoria aqui.

Hino do amor <3

8 – Br’oz

Da esquerda pra direita: Jhean, André, Oscar, Filipe. Centro: Matheus.

Vamos ser sinceros aqui, amores: Br’oz é a Rouge de calça jeans e sapatênis (não to criticando, só pra deixar claro). O grupo foi formado em 2003, no mesmo Popstars da Rouge e seus integrantes eram André Marinho, Filipe Duarte (um crush é um crush), Jhean Marcell, Matheus Herriez e Oscar Tintel. Outra febre aqui, estouraram com o primeiro álbum, de mesmo nome da banda. Lançaram mais um álbum, “Segundo Ato” (o nome é muito legal, cara, pqp), em 2004, porém o grupo chegou ao fim em 2005. 2005 foi um ano ingrato pra nós, né mesmo?

Mas e daí, irmãos em Cristo? O grupo tá de volta desde o ano passado e lançou música nova, inclusive. Aguardemos mais coisas, tá cedo pra avaliar ainda.

SIM, SIM, SIM, ESSE AMOR É TÃO PROFUNDO

Uma fofurinha

9 – Sandy e Junior

Pra quem tem dúvidas: como vocês podem ver, são duas pessoas, logo não se chama Sandyjunior.

Não dá pra falar de infância e não falar de um dos meus primeiros amores platônicos, Junior Lima, e da Sandy dona do Brasil. Eles formaram dupla durante 17 anos, de 1990 à 2007. Cara, eles eram os donos do Brasil, na moral. Eu era enlouquecida por eles, real oficial. Primeiro cd que comprei na vida? Sandy & Junior. Primeira fita (na época, nem tinha dvd)? Sandy & Junior. Primeiro seriado que acompanhei? Sandy & Junior. Foram considerados o maior fenômeno do Brasil, tendo vendido mais de 20 milhões de discos.

Todos de pé para a execução do hino nacional.

Só não cai o meu amor e nem dinheiro na conta, sad.

10 – RBD

Da esquerda pra direita: Christopher, Maite, Alfonso (Poncho), Anahi, Christian e Dulce.

Pra fechar com chave de ouro, eles que foram o maior fenômeno da América Latina, premiadíssimos, riquíssimos, donos do México. RBD foi um grupo que marcou uma geração que orgulhosamente se denominava “geração rebelde”. Surgiu em 2004, dentro da novela “Rebelde”, da Televisa, e era formada pelos 6 atores principais: Alfonso Herrera (Miguel Arango), Anahí (Mia Colucci), Christian Chavez (Giovanni Mendéz), Christopher Uckermann (Diego Bustamante), Dulce Maria (Roberta Pardo) e Maite Perroni (Guadalupe “Lupita” Fernandéz). Cara, eu não sei nem se consigo descrever o quão grande foi a Rebelde Mania. Quem viveu, lembra. Quem não viveu, só me resta lamentar por vocês. O grupo lançou 6 álbuns de estúdio, 6 álbuns ao vivo e teve 4 turnês (e eu não fui em nenhum show. Triste).

SOU MUITO REBELDE SIM

Eu amo essa música, mas essas danças da Maite me assustavam. Te amo, May <3

BÔNUS: É o Tchan

Dispensa apresentações. A criança que nunca dançou É o Tchan com toda a inocência não teve uma infância plena, sorry.

Mais uma que eu danço sem precisar estar bêbada.

Bom, linds, espero que tenham gostado da playlist. Foi muito legal revisitar esses hinos da minha infância (chorei em alguns momentos escrevendo esse post, tamanha nostalgia). Se não gostaram, é aquela história de sempre: paciência. Indicação pra todos os gostos é o que não falta.

Beijinhos e um feliz dia das crianças! Não deixe sua criança interior morrer!

Laris 😀

~~Enjoyem a playlist~~

Alô @spotify, queremos Rouge e RBD!

Cultura Séries/Filmes

6 razões para assistir Lucifer: a série onde o diabo é o mocinho (ou quase isso)

Oi kirids, turubom??? A indicação de hoje é de uma série babadeira que me deixou viciadíssima (e vou contar pra vocês que pra eu me viciar em série é muuuuito difícil, porque eu morro de preguiça de acompanhar, esperar nova temporada e etc) nos últimos meses: Lucifer.

Hot meeeeixmo

A série é baseada no personagem da Vertigo (uma subdivisão da DC Comics), Lucifer, que, por sua vez, é baseado diretamente no Coisa Ruim. Ou Samael, Satã, Anjo Caído, Tinhoso, Sete Peles, Satanás, Capiroto, Belzebu, Michel Temer, como vocês preferirem. Continue Reading

Pensamentos Relacionamento

Por favor, não se surpreenda se eu te disser adeus

O cansaço, de vez em quando, me abate com força. Fico mole, com a cabeça e os olhos pesando, só pensando no momento em que terei um pequeno descanso da correria. É ótimo quando uma boa noite de sono consegue resolver o problema, mas geralmente ela só resolve o cansaço físico. E o cansaço emocional, principalmente o causado por alguém?

Preciso colocar as cartas na mesa e ser sincera comigo mesma: será que vale à pena ficar perto de você e, principalmente, será que você vale o tempo, a energia e a disposição empregados? Continue Reading