All Posts By

Larissa Correia

Colaboradores Cultura Música

Playlist Especial de Outubro: Bandas da Infância

Fala, gente bonitaaaa! Como estão?

Aproveitando o embalo do dia das crianças que tá chegando, resolvi fazer esse post especial de outubro inspirado nas bandas que marcaram essa fase tão fofinha da minha vida, entre o fim dos anos 90 e início dos 2000. Quem é dessa época, com certeza cresceu fazendo muitos passinhos e aderindo a várias modinhas um tanto quanto estranhas, tipo meiões coloridos, sandálias de plástico, boinas…

Mas eu não vim aqui falar do visual das pessoas (sem julgamentos, né? A gente se vestia assim e se achava o máximo) e, sim, de música, um dos meus assuntos preferidos, como vocês já devem ter percebido há um tempinho. Vamos voltar no tempo das boybands que dançavam, das girlbands que realmente eram ícones e dos passinhos de dança que a gente faz até hoje quando bebe catuaba demais. Me acompanham nessa viagem no tempo?

1 – Backstreet Boys

Da esquerda pra direita: AJ, Kevin, Brian, Nick e Howie.

A maior boyband da história (nem sou eu quem tá dizendo, é o Guinness Book. O choro é livre, pessoal) obviamente deveria vir em primeiro lugar nessa lista, porque não seria eu se não falasse de infância sem mencionar esses homens. Formado por AJ McLean, Brian Littrell, Howie D, Kevin Richardson (que foi ali, mas já voltou) e Nick Carter, o grupo tem mais de 135 milhões de álbuns vendidos e permanecem em plena atividade, desde 1993. Sente o cheiro, dá vontade, né @?

Meu primeiro contato com os BSB foi há muitos anos, eu era um projetinho de pirralha no auge dos meus 3 anos de idade e minhas primas mais velhas, na época adolescentes, adoravam os meninos. É difícil achar alguma moça que tenha sido adolescente nos anos 90 e não tenha curtido os meninos da rua de trás (salvo as fãs de NSYNC, mas a gente dá um desconto, porque né…). Atualmente, estão com uma residência em Vegas bafônica (quem pode, faz residência; quem não pode, se rasga mesmo). Musicalmente falando, foi hard escolher músicas pra essa lista. Dentro de uma discografia, no mínimo, icônica, a gente fica até indecisa.

Sem maiores enrolações, enjoy the Backstreet F*CKIN’ Boys, a maior boyband de todos os tempos!

TELL ME WHY  (Se vocês não cantam fazendo cara de sofrimento, vocês estão fazendo errado).

Sei dançar quase que todinha. E nem preciso beber pra isso.

2 – NSYNC

Da esquerda pra direita: Joey, JC, Justin, Chris e Lance.

Os grandes “rivais” dos BSB não poderiam ficar de fora, até porque eu cago pra essas rivalidades e gosto das duas boybands (costumo dizer que quem toma partido, sai perdendo). Formado por Chris Kirkpatrick, JC Chasez, Joey Fatone, Justin Timberlake e Lance Bass em 1995, o grupo fez um estrondoso sucesso no fim dos anos 90, arrastando multidões de adolescentes por onde passavam (isso é bem universal de boybands). O grupo lançou apenas 3 álbuns de estúdio, antes de dar um belo MIM ACHER nas fãs chamado hiato (ódio mortal por essa palavra. Ou termina de vez, ou continua). Justin Timberlake se lançou na carreira solo e hoje é o sucessor de Michael Jackson no trono do Pop (problema é de quem discorda). Lance confirmou em 2007 que não tinha volta e o sentimento de “nunca pensei que seria otária, fui otária” se fez presente.

Mas o meu sonho de princesa é uma reunion tour. Quebra essa aí pra nóis, gente! Nunca pedimos nada!

JC melhor voz SIM!

Quando eu era pirralha, eu queria esses bonecos. Quem mais?

3 – Spice Girls

Da esquerda pra direita: Geri,  Mel C, Victoria, Mel B e Emma.

Consideradas as donas do Reino Unido a maior girlband de todos os tempos (você quer poder? Toma poder), as Spice Girls foram um real fenômeno nos anos 90 e não podemos questionar: as bichas pisavam muito mesmo. O grupo foi formado em 1994 e era composto por Emma Bunton (Baby Spice), Geri Halliwell (Ginger Spice), Melanie Brown (Mel B. pros íntimos, Scary Spice), Melanie Chisholm (ou Mel C., Sporty Spice) e Victoria Adams (hoje Beckham, Posh Spice).

O sucesso veio de cara com o grande hino da Inglaterra, Wannabe, e daí em diante foi só aumentando. Lançaram 3 álbuns em seu período de atividade e, posteriormente, um Greatest Hits, em 2007. Até um filme foi lançado, o Spice World, em 1997. Mas como nem tudo são flores, né, Geri saiu do grupo em 1998 e em 2001, Spice Girls foram pro mato. Em 2007, as cinco se reuniram, lançaram o GH, como eu disse, e saíram em turnê, enlouquecendo geral porque era o que elas faziam de melhor, graças a Deus por isso.

Em 2016, um novo projeto foi anunciado, o Spice Girls: GEM, com Geri, Emma e Mel B, apenas. Elas chegaram a lançar uma canção, Song for Her, mas com a gravidez de Geri, o projeto foi cancelado. Uma pena, mesmo. Eu já tava começando a juntar minhas moedas pra esse show.

Já dancei na escola. Duas vezes.

Yeah, I want you!

4 – Daft Punk

Eu até poderia dizer que eu sei quem é quem, mas seria mentira.

Talvez vocês não estivessem esperando por essa, mas nunquinha que eu poderia deixar de falar desses dois que eu mal conheço e já considero pakas comecei a acompanhar, curiosamente, depois de ter visto um clipe nos intervalos do Cartoon Network, em 2001. O duo francês é composto por Guy-Manuel de Homem-Christo e Thomas Bangalter e estão em plena atividade desde 1993, apesar do primeiro álbum só ter sido lançado em 1997. Eles são bem conhecidos pelos trajes robóticos e, por mais irônico que isso possa parecer, por nunca mostrarem seus rostos, sempre usando uma espécie de capacete/máscaras em seus clipes/shows. Nada contra, inclusive acho bem inteligente. Reza a lenda que é timidez. Não julgo mesmo, desde que continuem a produzir músicas incríveis.

Preciso dizer que Discovery é um dos melhores álbuns de eletrônica dessa vida! Eu sou fissurada nesse álbum, pra mim foi a melhor coisa já feita por eles.

Music’s got me feelin’ so free… Musicão da POHA.

Curiosidade: Kanye West usou um sampler vocal dessa música em seu hit “Stronger”, de 2007. O duo recebeu os devidos créditos.

5 – Gorillaz

Da esquerda pra direita: Murdoc, 2D, Noodle e Russell.

Eu gostava muito de desenhos, sim. Deu pra notar depois dessa, né? ~~risos~~. Gorillaz é mais uma banda que eu conheci graças ao Cartoon Network (quando ainda prestava). É uma banda virtual criada pelo vocalista da Blur, Damon Albarn e pelo ilustrador Jamie Hewlett, em 1998. A banda é composta pelo vocalista 2-D, a guitarrista Noodle, o baixista Murdoc Niccals e o baterista Russell Hobbs, todos eles sendo colaborações de Albarn com diversos músicos, já que ele (voz do 2-D) é o único membro permanente.

A banda está, atualmente, na 4ª fase, de onde foi gerado o disco mais recente, Humanz, lançado em abril desse ano. O que é super legal é que os personagens “crescem”, envelhecem como se fossem reais. Eu acho isso de uma genialidade absurda. Amém, Damon.

I ain’t happy, I’m feelin’ glad, I got sunshine in a bag…

Love forever, love is free. Let’s turn forever, you and me.

6 – KLB

Da esquerda pra direita: Kiko, Leandro e Bruno.

Chegando na parte BR da lista, óbvio que eles estão aqui (cês podem rir à vontade, mas todo mundo escutava, nem adianta negar. Coloquei mesmo, problema). KLB é um grupo brasileiro formado em 2000 pelos irmãos Bruno, Kiko e Leandro Scornavacca. Os meninos foram muito febre aqui (eu mesma tinha uma paixão louca pelo Leandro, meu Deus), tendo na carreira mais de 7 milhões de discos vendidos. Na discografia, temos 9 álbuns de estúdio e um especial ao vivo em São Paulo. Estão em atividade, tendo mudado um pouco o foco da música. O que antes era mais pop, hoje já é voltado pro soft rock, com influências de Aerosmith, Eagles, Bon Jovi… Enfim, esse povo lindo e maravilhoso do cenário rock. As fãs cresceram, né? Eles também.

Quem nunca chorou ouvindo A Dor Desse Amor e tantas outras, que atire a primeira pedra.

VIDAAAA, DEVOLVA MINHAS FANTASIAS, MEUS SONHOS DE VIVER A VIDA, DEVOLVA MEU AAAAR

Sei tudo de você e você nada sabe sobre mim“. Música que eu ouço quando stalkeio os @s #atenta

7 – Rouge

Da esquerda pra direita, de pé: Luciana, Karin, Patrícia, Fantine. Agachada: Aline.

O que falar de Rouge? Rouge simplesmente é um TIRO! A girlband mais cheia de glitter (pega essa referência aí, chuchu!) do cenário nacional surgiu em 2002 no programa Popstars, transmitido pelo SBT. O grupo era originalmente composto por Aline Wirley, Fantine Thó, Karin Hils, Lu Andrade e Patrícia Lissah (hoje conhecida como Li Martins). Consideradas as “Spice Girls brasileiras”, lançaram 4 álbuns de estúdio durante o período em atividade, sendo os dois primeiros ainda com Luciana, que deixou o grupo em 2004. Além de todo o sucesso musical, a publicidade em cima delas foi monstra. Era sandália, chiclete, álbum de figurinhas, caderno… Olha, época boa da vida foi época Rouge. O grupo foi dissolvido em 2005, deixando milhares de fãs órfãos (me incluo nessa conta, sim).

Em 12 de setembro foi anunciado o retorno do grupo com a formação original para o evento “Chá da Rouge”, no dia 13 de outubro, no Rio. Foi um alvoroço na internet que só por Deus. Fiquei toda me tremendo. Queria ir, mas dinheiro não é algo que disponho no momento (momento durando bastante tempo, inclusive #jovemadultoproblems).

Ah, vocês estão sabendo que revelaram o que essa música significa, né? Não, não é do diabo, pode avisar pra sua mãe. Vocês podem ler a teoria aqui.

Hino do amor <3

8 – Br’oz

Da esquerda pra direita: Jhean, André, Oscar, Filipe. Centro: Matheus.

Vamos ser sinceros aqui, amores: Br’oz é a Rouge de calça jeans e sapatênis (não to criticando, só pra deixar claro). O grupo foi formado em 2003, no mesmo Popstars da Rouge e seus integrantes eram André Marinho, Filipe Duarte (um crush é um crush), Jhean Marcell, Matheus Herriez e Oscar Tintel. Outra febre aqui, estouraram com o primeiro álbum, de mesmo nome da banda. Lançaram mais um álbum, “Segundo Ato” (o nome é muito legal, cara, pqp), em 2004, porém o grupo chegou ao fim em 2005. 2005 foi um ano ingrato pra nós, né mesmo?

Mas e daí, irmãos em Cristo? O grupo tá de volta desde o ano passado e lançou música nova, inclusive. Aguardemos mais coisas, tá cedo pra avaliar ainda.

SIM, SIM, SIM, ESSE AMOR É TÃO PROFUNDO

Uma fofurinha

9 – Sandy e Junior

Pra quem tem dúvidas: como vocês podem ver, são duas pessoas, logo não se chama Sandyjunior.

Não dá pra falar de infância e não falar de um dos meus primeiros amores platônicos, Junior Lima, e da Sandy dona do Brasil. Eles formaram dupla durante 17 anos, de 1990 à 2007. Cara, eles eram os donos do Brasil, na moral. Eu era enlouquecida por eles, real oficial. Primeiro cd que comprei na vida? Sandy & Junior. Primeira fita (na época, nem tinha dvd)? Sandy & Junior. Primeiro seriado que acompanhei? Sandy & Junior. Foram considerados o maior fenômeno do Brasil, tendo vendido mais de 20 milhões de discos.

Todos de pé para a execução do hino nacional.

Só não cai o meu amor e nem dinheiro na conta, sad.

10 – RBD

Da esquerda pra direita: Christopher, Maite, Alfonso (Poncho), Anahi, Christian e Dulce.

Pra fechar com chave de ouro, eles que foram o maior fenômeno da América Latina, premiadíssimos, riquíssimos, donos do México. RBD foi um grupo que marcou uma geração que orgulhosamente se denominava “geração rebelde”. Surgiu em 2004, dentro da novela “Rebelde”, da Televisa, e era formada pelos 6 atores principais: Alfonso Herrera (Miguel Arango), Anahí (Mia Colucci), Christian Chavez (Giovanni Mendéz), Christopher Uckermann (Diego Bustamante), Dulce Maria (Roberta Pardo) e Maite Perroni (Guadalupe “Lupita” Fernandéz). Cara, eu não sei nem se consigo descrever o quão grande foi a Rebelde Mania. Quem viveu, lembra. Quem não viveu, só me resta lamentar por vocês. O grupo lançou 6 álbuns de estúdio, 6 álbuns ao vivo e teve 4 turnês (e eu não fui em nenhum show. Triste).

SOU MUITO REBELDE SIM

Eu amo essa música, mas essas danças da Maite me assustavam. Te amo, May <3

BÔNUS: É o Tchan

Dispensa apresentações. A criança que nunca dançou É o Tchan com toda a inocência não teve uma infância plena, sorry.

Mais uma que eu danço sem precisar estar bêbada.

Bom, linds, espero que tenham gostado da playlist. Foi muito legal revisitar esses hinos da minha infância (chorei em alguns momentos escrevendo esse post, tamanha nostalgia). Se não gostaram, é aquela história de sempre: paciência. Indicação pra todos os gostos é o que não falta.

Beijinhos e um feliz dia das crianças! Não deixe sua criança interior morrer!

Laris 😀

~~Enjoyem a playlist~~

Alô @spotify, queremos Rouge e RBD!

Colaboradores Séries/Filmes

6 razões para assistir Lucifer: a série onde o diabo é o mocinho (ou quase isso)

Oi kirids, turubom??? A indicação de hoje é de uma série babadeira que me deixou viciadíssima (e vou contar pra vocês que pra eu me viciar em série é muuuuito difícil, porque eu morro de preguiça de acompanhar, esperar nova temporada e etc) nos últimos meses: Lucifer.

Hot meeeeixmo

A série é baseada no personagem da Vertigo (uma subdivisão da DC Comics), Lucifer, que, por sua vez, é baseado diretamente no Coisa Ruim. Ou Samael, Satã, Anjo Caído, Tinhoso, Sete Peles, Satanás, Capiroto, Belzebu, Michel Temer, como vocês preferirem. Continue Reading

Colaboradores Pensamentos

Por favor, não se surpreenda se eu te disser adeus

O cansaço, de vez em quando, me abate com força. Fico mole, com a cabeça e os olhos pesando, só pensando no momento em que terei um pequeno descanso da correria. É ótimo quando uma boa noite de sono consegue resolver o problema, mas geralmente ela só resolve o cansaço físico. E o cansaço emocional, principalmente o causado por alguém?

Preciso colocar as cartas na mesa e ser sincera comigo mesma: será que vale à pena ficar perto de você e, principalmente, será que você vale o tempo, a energia e a disposição empregados? Continue Reading

Música

Indicação Musical: Lenny Kravitz

Olá, galerinha!

Hoje não vai ter textinho bonitinho, nem coisinhas fofinhas. O post de hoje é uma indicação super hot (em todos os sentidos, amém) sobre um dos grandes nomes da música americana (eu acho, quem não acha, problema), herdeiro musical do Prince (amém), sex symbol e um dos meus cantores favoritos: Lenny Kravitz.

Chega mais, pode vir, o negócio vai ser bom hoje.

Leonard Albert Kravitz, ou Lenny Kravitz pros mais chegados, é um cantor, multi-instrumentista, produtor, ator, decorador, paizão, lindo, maravilhoso, homão da porra americano que está por aí tornando o mundo melhor desde 1964 (que saúde!). Filho de uma atriz e de um produtor, Lennyzito sempre adorou música e procurou aprender sozinho o máximo possível, tendo começado a tocar bateria e violão com 5 anos de idade (coisa que eu não sei até hoje, no auge dos 21 anos). O cara tem no currículo 11 álbuns (sendo 1 Greatest Hits), 4 Grammys, 1 BRIT Award, além de ter atuado em alguns filmes. Tá bom pra vocês? E o melhor: nem pensa em parar. Eu, por outro lado, já to pensando na minha aposentadoria (que eu nem sei se vai sair, do jeito que tá crítica social foda), mas graças a Deus que o post não é pra falar sobre mim.

Namorador que só ele, Lenny foi casado com a atriz Lisa Bonet (que hoje em dia está casada com Jason Momoa, o Khal Drago de GOT e Aquaman na Liga da Justiça. Não é fraca não, a moça), com quem teve a filha, Zoe Kravitz (que também é atriz. Você já viu a carinha dela em X-Men: Primeira Classe e na Trilogia Divergente). Mas, além disso, já namorou mulherões como Adriana Lima, Nicole Kidman, Naomi Campbell, etc etc. Só faltou eu. Essas são as horas que a gente canta um Leoni: POR QUE NÃO EU, AAAAH, POR QUE NÃO EU?

Lisa, Lenny e Zoe. Que família linda <3

Falando sobre música, não foi nada fácil fazer a seleção de músicas pra esse post, porque o homem só tem hino e eu sei que se colocasse tudo, eu precisaria fazer uma parte 2. Procurei selecionar algumas das minhas favoritas dentre as mais conhecidas. Acomodem-se, coloquem os fones e curtam alguns dos maiores hits do Leonard:

It Ain’t Over ‘til It’s Over (1991)

Faixa do segundo álbum do cantor, Mama Said, podemos dizer que esse é um dos maiores hinos da carreira dele. É aquela música que você bota pra tocar e quando vê, tá cantarolando, porque ela é super simples e tem uma melodia muito gostosinha. Essa é uma das canções mais famosas dele (se você não conhece, vai conhecer agora), toca muito nas rádios da vida até hoje. Sucesso absoluto, foi sua primeira canção a entrar no top 10 da Billboard Hot 100. Aqui nas nossas terras, fez parte da trilha sonora da novela Vamp.

So many tears I crieeeed… Vocês continuam, vai!

Are You Gonna Go My Way (1993)

Mais um hino atemporal que leva o nome do álbum de origem. AYGGMY rendeu duas indicações ao Grammy (Melhor canção de Rock e Melhor performance vocal de Rock) e uma vitória no MTV Music Awards de Melhor artista masculino. A música ganhou certificado de diamante aqui no Brasil, inclusive. É muito poder, você quer @? Eu particularmente gosto dessa faixa pela pegada meio Jimi Hendrix (há quem na internet que diga que o Lenny é um Jimi wannabe, que Deus perdoe essas pessoas ruins), super agitada e dançante. Boa pra bater cabelo, também. Eu já tentei. O pescoço doeu, mas valeu à pena.

RE dangerXPEITA O LENNYZÃO DA MASSA, RAPÁ!

Fly Away (1998)

Impossível falar de Lenny Kravitz e não mencionar “Fly Away”. Sem sombra de dúvidas, é um de seus maiores êxitos. Foi a primeira música dele que escutei, quando ainda era um projeto de pirralha. Essa música foi um marco no fim dos anos 90 e início dos 2000, lembro de ter ouvido muito essa música nas rádios na época (tempo bom que, infelizmente, não volta mais). Vale destacar que Lenny venceu o grammy (quando essa premiação ainda tinha alguma credibilidade) na categoria de Melhor performance masculina de Rock com esse hino, em 1999.

Música boa pra dar uma sarrada curtir numa festinha, né mesmo?

American Woman (1999)

É um cover (a versão original é de 1970, de uma banda canadense chamada The Guess Who), gravado especialmente para o filme Austin Powers: O Agente Bond Cama, lançado no mesmo ano. A atriz Heather Graham, que atua no filme, faz uma participação no music video. Com essa música, Lenny faturou mais um grammy, de Melhor performance masculina.

Reza a lenda que a música original é uma crítica social foda aos Estados Unidos e suas políticas, mas a versão do Lenny tá mais pra um “mulher, fica longe, mas se quiser, pode ficar por perto sim”, a Heather tava algo meio “femme fatale” e essas coisas. Isso é bem condizente com o universo Austin Powers, na verdade. Quem conhece, sabe.

Again (2000)

Again foi o single de divulgação do Greatest Hits do Lenny e um dos mais bem sucedidos de sua carreira. Com esse hino, ele faturou o terceiro grammy (Melhor performance vocal masculina), em 2001. Foi outra música que a gente ouviu por aqui até cansar (mas não cansamos), porque fazia parte da trilha sonora de “Um Anjo Caiu do Céu” (eu tinha esse cd, socorro, to velha!).

Rapaz, o que falar dessa música? Sempre me arrepio quando ouço, juro pra vocês. Eu particularmente acho que ela mexe muito com quem já teve aquele lancinho no passado e não esqueceu o/a @… Acontece, né? Comigo, mais do que eu gostaria.

Agora, o clipe… Assistam e tirem suas próprias conclusões:

~~Meninas, atenção entre 1:20 e 1:34. Cês vão me agradecer depois.~~

Todo mundo vivo? Todo mundo bem? Podemos prosseguir? Ok, vamos nessa.

Calling All Angels (2005)

Calling All Angels é aquela música que pode passar despercebida por aí, mas quando você ouve, você já sente a porrada na cara. Pois é, na playlist da fossa, essa tem que estar presente. “Em qual trilha tava?” Senhora do Destino, quando a Nazaré jogava o povo da escada. Apreciem essa obra de arte:

Eu ouço essa música e lembro das pseudo desilusões amorosas que eu tinha lá nos meus 11 anos… Era feliz e não sabia.

I’ll be Waiting (2008)

Mais um tiro que Lenny nos deu, I’ll be Waiting faz parte do álbum “It is Time for a Love Revolution”. Essa é um verdadeiro tapão ardido na alma, no espírito, no perispírito… Enfim, IBW é sobre um amor não correspondido e que, não importa quanto tempo for preciso, Lenny estará lá, esperando. Um homem desses cantando uma música dessas é PRAMATÁ, né non?

Um hino é um hino, né mesmo amores?

The Chamber (2014)

The Chamber é o principal single do álbum mais recente do Lenny, Strut. A música tem uma pegada bem anos 80 e é super gostosinha. Mais uma canção sobre desilusão amorosa (oi Lenny, tá tudo bem? Senta aqui, vamos conversar). Quando você perceber, já vai estar balançando a cabecinha de um lado pro outro.

O clipe deve ter sido, sem dúvidas, um dos mais sexies de 2014, porque, rapaz… Não é de Deus um negócio desses.

QUANDO EU ME RECUPERAR, EU CONTINUO ESCREVENDO.

~~Minutos depois~~

Enfim, mores, como eu disse no comecinho do post, além de uma carreira brilhante na música, o gato ainda atacou de ator . Pra quem não se ligou, o man magia (ele já não tem idade pra ser chamado de boy, né? Sejamos coerentes) esteve em Jogos Vorazes e Em Chamas, além de ter participado de “Preciosa: Uma História de Esperança” e “O Mordomo da Casa Branca”.

Sobre Hunger Games, Lenny interpretou Cinna, o estilista gostoso muito sagaz da Katniss. Foi uma surpresa muito boa quando descobri que ele interpretaria um dos meus personagens favoritos da série e, sendo bem sincera, ele superou todas as expectativas de Cinna que eu tinha. Ficou melhor do que eu tinha imaginado e eu juro que não to falando porque gosto dele. Fora aquele delineador dourado baphônico (quero, inclusive), marca registrada da personagem. Amei, adorei e achei tudo, sim.

Nunca vou superar #CinnaDeservedBetter

Bom, o que mais eu posso dizer sobre o Lenny, além de lindo, maravilhoso, perfeito? Ele é um artista completo. Canta, compõe, toca todos os instrumentos, produz, decora, atua… Enfim, morrer de fome, nunca. Mas, mais do que isso, Lenny tem músicas que transmitem mensagens de amor, esperança, fé no futuro e é o tipo de artista que vive intensamente sua arte, que valoriza suas raízes. Por essas e outras, merece o selo “Homão da PORRA”.

Enfim, eu vou ficando por aqui, curtindo o som desse gênio. Espero que tenham curtido e, se não, paciência. Depois vem mais indicações. Sugestões são sempre muito bem vindas!

Até a próxima, galeris!

Um beijo grande,

Laris 😉

Aqui, uma playlistinha linda no spotify pra vocês. Enjoy 🙂

Pensamentos

Eu quero que você fique

Eu fico pensando em como as relações se tornaram tão rasas, ultimamente. É tão fácil “pegar” e se “desapegar”, na velocidade de um clique, tão fácil ser substituído, descartado. Não sei se eu que sou romântica demais ou se realmente a gente vive uma “cultura do desapego”. Particularmente acredito muito mais na segunda opção. É tão fácil não ser nada. É tão duro não ser nada.

Pessoas entram e saem das ​nossas vidas todos os dias. Vem, ficam, vão. Às vezes, ficam por muito tempo; outras, é tão rápido que mal se termina de dizer “olá” e já está se dizendo “adeus”. É como um vagão de trem/metrô: o embarque e desembarque é constante, contínuo e é desse jeito porque tem de ser assim. É o ciclo da vida, ss coisas funcionam desse jeito.

Mas sempre existe/aparece aquele alguém que a gente deseja que vá até o ponto final conosco. O ponto final que, na verdade, não é um fim, mas sim, o começo de tudo. Aquela pessoa que vai entrar na nossa vida e ficar, fazer morada, zelar pelo seu novo lar. Que vai se tornar a única e vai tornar irrelevante todas aquelas que desembarcaram do trem ao longo do percurso chamado vida. Que mesmo com todos os solavancos, irá permanecer se segurando nos ferros, nas portas, aonde for. Ela vai continuar.

Penso nisso com frequência ao analisar minha trajetória: várias pessoas fizeram essa viagem no meu trem. Algumas demoraram​ mais que outras, algumas foram mais turbulentas que outras, algumas subiram em uma estação e desembarcaram na seguinte. Ninguém chegou ao ponto final e ir sozinha é uma longa e solitária viagem. Necessária, sim, porém solitária.

Eu não quero só saciar os desejos carnais, não quero só ganhar beijos e abraços sem significado. Quero ser o motivo do sorriso de alguém. Dar força, carinho, suporte, amor e o que mais for preciso. Estar por lá quando precisarem de mim. Mais do mesmo eu dispenso, obrigada. Eu não sou mais do mesmo, eu não quero mais do mesmo.

Entretanto, eu também quero alguém que me trate assim, que me dê valor, que não vandalize o trem, já tão sucateado pela vida. Eu não quero nudes, eu quero ser importante. Sem rótulos, sem cobranças? Tudo bem. Eu só quero saber que existe alguém que fica feliz por me ver feliz. Eu não me importaria com o nome disso, se isso tivesse, de fato, um nome. Nomenclatura é irrelevante, os sentimentos não.

 

O trajeto é importante, claro, mas, mais do que isso, é a linha de chegada. O objetivo (ou a possibilidade) é o que nos impulsiona, o que nos​ move. É o que nos levanta da cama diariamente. E por que não ter o objetivo de ser feliz? Por que não almejar chegar ao ponto final e fazer dele um novo começo?

Se eu vou encontrar tal passageiro (prefiro chamar de permanente) na vida, é um mistério. Posso encontrá-lo hoje, daqui a 30 anos ou não​ encontrá-lo, de maneira alguma (talvez ele ande de carro). Mas confesso – se é que ainda preciso confessar algo – que eu gostaria de saber que, ao menos, existe uma pessoa que sorri ao pensar em mim e que mal pode esperar para embarcar nessa viagem, onde me encontro agora. Eu quero que você embarque e, principalmente, quero que fique.

(Texto original aqui)