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Cultura

Séries/Filmes

Dica de Filme – Like Crazy

Nessas semanas que passaram assisti diversos filmes que estavam há um tempão na lista para assistir e nunca me sobrava tempo para vê-los, então aproveitando o tempo que me sobra agora por conta de ter concluído a faculdade, assisti vários deles e resolvi dividir com vocês, afinal essa é a ideia por aqui, explorar e compartilhar! E para começar a seleção dos últimos que assisti, escolhi um já mais antigo que acabou se tornando um dos meus queridinhos pela delicadeza e simplicidade.

 

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Música

Músicas Latinas para dançar

Não sei se vocês vem reparando, mas as músicas de língua espanhola, finalmente, estão fazendo sucesso aqui. Tudo bem que o povo enjoa rápido, porém já é um começo. Tudo começou com Anitta tentando a tão sonhada carreira internacional. Ela fez uma pareceria com J. Balvin (Ginza, para quem não conhece) e, depois de um tempo, lançou Sim ou Não com Maluma. E, a maioria das brasileiras começaram a pensar: Como eu não conhecia o Maluma antes? Pois é, minha gente, nosso vizinho. Continue Reading

Livros/Frases

Eleanor & Park

SINOPSE – Eleanor & Park é engraçado, triste, sarcástico, sincero e, acima de tudo, geek. Os personagens que dão título ao livro são dois jovens vizinhos de dezesseis anos. Park, descendente de coreanos e apaixonado por música e quadrinhos, não chega exatamente a ser popular, mas consegue não ser incomodado pelos colegas de escola. Eleanor, ruiva, sempre vestida com roupas estranhas e “grande” (ela pensa em si própria como gorda), é a filha mais velha de uma problemática família. Os dois se encontram no ônibus escolar todos os dias. Apesar de uma certa relutância no início, começam a conversar, enquanto dividem os quadrinhos de X-Men e Watchmen. E nem a tiração de sarro dos amigos e a desaprovação da família impede que Eleanor e Park se apaixonem, ao som de The Cure e Smiths. Esta é uma história sobre o primeiro amor, sobre como ele é invariavelmente intenso e quase sempre fadado a quebrar corações. Um amor que faz você se sentir desesperado e esperançoso ao mesmo tempo. Continue Reading

Desenvolvimento Pessoal Pensamentos Séries/Filmes

A Travessia

Oi Gente, tudo bem?

Hoje vou falar sobre um filme que eu não conhecia nem nunca tinha ouvido falar dele e muito menos se parece com o que eu normalmente gosto de assistir mas como foi indicação de um amigo eu resolvi dar uma chance para o filme.
No começo confesso que achei que ia ser um filme chato, que ia me dar sono por se tratar de uma biografia narrada, mas me surpreendi ao terminar o filme pensando novamente sobre a vida e com a cara toda borrada.

Tudo começa lá em Paris, onde o jovem Petit interpretado por Joseph Gordon-Levitt (que por sinal interpretou muito bem, mas esse assunto é pra depois) começa sua carreira de malabarista no circo e lá ele desenvolve a paixão pelo equilibrismo. O filme mesmo estando na categoria de biografia não conta exatamente sobre sua vida ou de seus dramas pessoais com a rejeição da família até porque essa não era a ideia do diretor e sim sobre sua jornada até conquistar um dos seus objetivos e maior sonho como equilibrista.
Ele conhece sua primeira cúmplice de aventuras interpretada por Charlotte Le Bon e um fotógrafo interpretado por Clément Sibony que acaba se tornando seu melhor amigo.
Philippe Petit era fissurado pelas Torres Gêmeas. Sim ! Aquelas do centro de Nova York do atentado de 11 de setembro.Ele as achavam lindas e seu maior sonho era atravessar de uma para outra usando apenas um cabo.
Juntos eles embarcam nessa arriscada aventura. Mesmo sem ter autorização legal para tal acontecimento, ele reuniu seu grupo de cúmplices para bolar o plano para que isso se tornasse realidade.

A história é real e aconteceu em 7 de agosto de 1974 e ganhou destaque no mundo inteiro, mas o filme mesmo foi lançado em outubro de 2015. Classificado nas Categorias de Biografia, Drama e Aventura e dirigido por ninguém mais ninguém menos que Robert Zemeckis , o mesmo diretor de Forrest Gump, Náufrago e O Voo.

Pra começar, quero declarar que ja era fã de Joseph , mas no filme seu personagem com o cabelo estranho, as lentes de contato azuis e o esforço para o sotaque francês o tornou bem estranho. Ele começa como narrador desde a primeira cena, mas de uma maneira diferente como se fosse mesmo só o condutor da história.

Agora tecnicamente falando o chroma-key foi bem utilizado principalmente nas cenas de equilibrismo e a produção utilizou uma paleta de cores muito utilizada nos filmes franceses como de Amélie Poulain (outro filme que eu amo), o que dá bastante impressão de um sonho.

O filme é cheio de sensações, e manipula as emoções do público provocando a máxima tensão possível, mas em mim além disso o impacto foi bem maior em outro sentido que eu já vou explicar.
“… Se faltarem três passos e você der esses passos com arrogância, se achando invencível, você morrerá… “

Essa é a frase do filme que mais mexeu comigo e vou levá-la pra sempre na minha vida. Ela me fez pensar não apenas no meu esforço pra conseguir o que eu quero ou conquistar meu sonho sabe, fazer o possível e o impossível, mas também na forma que eu corro atrás deles e de como eu retribuo ás pessoas que estão sempre ao meu lado para que eu consiga atingir o meu objetivo. Também me fez pensar em: Será que eu estou me esforçando o bastante para conquistar tudo que eu quero? Será mesmo que é possível aquilo que eu quero?

Calma, eu não vou sair por ai me equilibrando numa corda de um prédio para o outro e nem vocês ok?!?!?!
Maaaas me comprometi a dar o meu melhor para realizar os meus sonhos. E ai, vocês vão embarcar nessa também?

Não é um filme que agrada a todos, mas a reflexão por trás de tudo, pelo menos da forma que eu vi foi bem importante pra minha vida.

 Se você já assistiu esse filme comenta aqui embaixo o que achou e se não assistiu, espero que goste e se surpreenda com o que você é capaz de fazer com os seus sonhos!

Beijos e até o próximo!

Colaboradores Cultura Música

Playlist Especial de Outubro: Bandas da Infância

Fala, gente bonitaaaa! Como estão?

Aproveitando o embalo do dia das crianças que tá chegando, resolvi fazer esse post especial de outubro inspirado nas bandas que marcaram essa fase tão fofinha da minha vida, entre o fim dos anos 90 e início dos 2000. Quem é dessa época, com certeza cresceu fazendo muitos passinhos e aderindo a várias modinhas um tanto quanto estranhas, tipo meiões coloridos, sandálias de plástico, boinas…

Mas eu não vim aqui falar do visual das pessoas (sem julgamentos, né? A gente se vestia assim e se achava o máximo) e, sim, de música, um dos meus assuntos preferidos, como vocês já devem ter percebido há um tempinho. Vamos voltar no tempo das boybands que dançavam, das girlbands que realmente eram ícones e dos passinhos de dança que a gente faz até hoje quando bebe catuaba demais. Me acompanham nessa viagem no tempo?

1 – Backstreet Boys

Da esquerda pra direita: AJ, Kevin, Brian, Nick e Howie.

A maior boyband da história (nem sou eu quem tá dizendo, é o Guinness Book. O choro é livre, pessoal) obviamente deveria vir em primeiro lugar nessa lista, porque não seria eu se não falasse de infância sem mencionar esses homens. Formado por AJ McLean, Brian Littrell, Howie D, Kevin Richardson (que foi ali, mas já voltou) e Nick Carter, o grupo tem mais de 135 milhões de álbuns vendidos e permanecem em plena atividade, desde 1993. Sente o cheiro, dá vontade, né @?

Meu primeiro contato com os BSB foi há muitos anos, eu era um projetinho de pirralha no auge dos meus 3 anos de idade e minhas primas mais velhas, na época adolescentes, adoravam os meninos. É difícil achar alguma moça que tenha sido adolescente nos anos 90 e não tenha curtido os meninos da rua de trás (salvo as fãs de NSYNC, mas a gente dá um desconto, porque né…). Atualmente, estão com uma residência em Vegas bafônica (quem pode, faz residência; quem não pode, se rasga mesmo). Musicalmente falando, foi hard escolher músicas pra essa lista. Dentro de uma discografia, no mínimo, icônica, a gente fica até indecisa.

Sem maiores enrolações, enjoy the Backstreet F*CKIN’ Boys, a maior boyband de todos os tempos!

TELL ME WHY  (Se vocês não cantam fazendo cara de sofrimento, vocês estão fazendo errado).

Sei dançar quase que todinha. E nem preciso beber pra isso.

2 – NSYNC

Da esquerda pra direita: Joey, JC, Justin, Chris e Lance.

Os grandes “rivais” dos BSB não poderiam ficar de fora, até porque eu cago pra essas rivalidades e gosto das duas boybands (costumo dizer que quem toma partido, sai perdendo). Formado por Chris Kirkpatrick, JC Chasez, Joey Fatone, Justin Timberlake e Lance Bass em 1995, o grupo fez um estrondoso sucesso no fim dos anos 90, arrastando multidões de adolescentes por onde passavam (isso é bem universal de boybands). O grupo lançou apenas 3 álbuns de estúdio, antes de dar um belo MIM ACHER nas fãs chamado hiato (ódio mortal por essa palavra. Ou termina de vez, ou continua). Justin Timberlake se lançou na carreira solo e hoje é o sucessor de Michael Jackson no trono do Pop (problema é de quem discorda). Lance confirmou em 2007 que não tinha volta e o sentimento de “nunca pensei que seria otária, fui otária” se fez presente.

Mas o meu sonho de princesa é uma reunion tour. Quebra essa aí pra nóis, gente! Nunca pedimos nada!

JC melhor voz SIM!

Quando eu era pirralha, eu queria esses bonecos. Quem mais?

3 – Spice Girls

Da esquerda pra direita: Geri,  Mel C, Victoria, Mel B e Emma.

Consideradas as donas do Reino Unido a maior girlband de todos os tempos (você quer poder? Toma poder), as Spice Girls foram um real fenômeno nos anos 90 e não podemos questionar: as bichas pisavam muito mesmo. O grupo foi formado em 1994 e era composto por Emma Bunton (Baby Spice), Geri Halliwell (Ginger Spice), Melanie Brown (Mel B. pros íntimos, Scary Spice), Melanie Chisholm (ou Mel C., Sporty Spice) e Victoria Adams (hoje Beckham, Posh Spice).

O sucesso veio de cara com o grande hino da Inglaterra, Wannabe, e daí em diante foi só aumentando. Lançaram 3 álbuns em seu período de atividade e, posteriormente, um Greatest Hits, em 2007. Até um filme foi lançado, o Spice World, em 1997. Mas como nem tudo são flores, né, Geri saiu do grupo em 1998 e em 2001, Spice Girls foram pro mato. Em 2007, as cinco se reuniram, lançaram o GH, como eu disse, e saíram em turnê, enlouquecendo geral porque era o que elas faziam de melhor, graças a Deus por isso.

Em 2016, um novo projeto foi anunciado, o Spice Girls: GEM, com Geri, Emma e Mel B, apenas. Elas chegaram a lançar uma canção, Song for Her, mas com a gravidez de Geri, o projeto foi cancelado. Uma pena, mesmo. Eu já tava começando a juntar minhas moedas pra esse show.

Já dancei na escola. Duas vezes.

Yeah, I want you!

4 – Daft Punk

Eu até poderia dizer que eu sei quem é quem, mas seria mentira.

Talvez vocês não estivessem esperando por essa, mas nunquinha que eu poderia deixar de falar desses dois que eu mal conheço e já considero pakas comecei a acompanhar, curiosamente, depois de ter visto um clipe nos intervalos do Cartoon Network, em 2001. O duo francês é composto por Guy-Manuel de Homem-Christo e Thomas Bangalter e estão em plena atividade desde 1993, apesar do primeiro álbum só ter sido lançado em 1997. Eles são bem conhecidos pelos trajes robóticos e, por mais irônico que isso possa parecer, por nunca mostrarem seus rostos, sempre usando uma espécie de capacete/máscaras em seus clipes/shows. Nada contra, inclusive acho bem inteligente. Reza a lenda que é timidez. Não julgo mesmo, desde que continuem a produzir músicas incríveis.

Preciso dizer que Discovery é um dos melhores álbuns de eletrônica dessa vida! Eu sou fissurada nesse álbum, pra mim foi a melhor coisa já feita por eles.

Music’s got me feelin’ so free… Musicão da POHA.

Curiosidade: Kanye West usou um sampler vocal dessa música em seu hit “Stronger”, de 2007. O duo recebeu os devidos créditos.

5 – Gorillaz

Da esquerda pra direita: Murdoc, 2D, Noodle e Russell.

Eu gostava muito de desenhos, sim. Deu pra notar depois dessa, né? ~~risos~~. Gorillaz é mais uma banda que eu conheci graças ao Cartoon Network (quando ainda prestava). É uma banda virtual criada pelo vocalista da Blur, Damon Albarn e pelo ilustrador Jamie Hewlett, em 1998. A banda é composta pelo vocalista 2-D, a guitarrista Noodle, o baixista Murdoc Niccals e o baterista Russell Hobbs, todos eles sendo colaborações de Albarn com diversos músicos, já que ele (voz do 2-D) é o único membro permanente.

A banda está, atualmente, na 4ª fase, de onde foi gerado o disco mais recente, Humanz, lançado em abril desse ano. O que é super legal é que os personagens “crescem”, envelhecem como se fossem reais. Eu acho isso de uma genialidade absurda. Amém, Damon.

I ain’t happy, I’m feelin’ glad, I got sunshine in a bag…

Love forever, love is free. Let’s turn forever, you and me.

6 – KLB

Da esquerda pra direita: Kiko, Leandro e Bruno.

Chegando na parte BR da lista, óbvio que eles estão aqui (cês podem rir à vontade, mas todo mundo escutava, nem adianta negar. Coloquei mesmo, problema). KLB é um grupo brasileiro formado em 2000 pelos irmãos Bruno, Kiko e Leandro Scornavacca. Os meninos foram muito febre aqui (eu mesma tinha uma paixão louca pelo Leandro, meu Deus), tendo na carreira mais de 7 milhões de discos vendidos. Na discografia, temos 9 álbuns de estúdio e um especial ao vivo em São Paulo. Estão em atividade, tendo mudado um pouco o foco da música. O que antes era mais pop, hoje já é voltado pro soft rock, com influências de Aerosmith, Eagles, Bon Jovi… Enfim, esse povo lindo e maravilhoso do cenário rock. As fãs cresceram, né? Eles também.

Quem nunca chorou ouvindo A Dor Desse Amor e tantas outras, que atire a primeira pedra.

VIDAAAA, DEVOLVA MINHAS FANTASIAS, MEUS SONHOS DE VIVER A VIDA, DEVOLVA MEU AAAAR

Sei tudo de você e você nada sabe sobre mim“. Música que eu ouço quando stalkeio os @s #atenta

7 – Rouge

Da esquerda pra direita, de pé: Luciana, Karin, Patrícia, Fantine. Agachada: Aline.

O que falar de Rouge? Rouge simplesmente é um TIRO! A girlband mais cheia de glitter (pega essa referência aí, chuchu!) do cenário nacional surgiu em 2002 no programa Popstars, transmitido pelo SBT. O grupo era originalmente composto por Aline Wirley, Fantine Thó, Karin Hils, Lu Andrade e Patrícia Lissah (hoje conhecida como Li Martins). Consideradas as “Spice Girls brasileiras”, lançaram 4 álbuns de estúdio durante o período em atividade, sendo os dois primeiros ainda com Luciana, que deixou o grupo em 2004. Além de todo o sucesso musical, a publicidade em cima delas foi monstra. Era sandália, chiclete, álbum de figurinhas, caderno… Olha, época boa da vida foi época Rouge. O grupo foi dissolvido em 2005, deixando milhares de fãs órfãos (me incluo nessa conta, sim).

Em 12 de setembro foi anunciado o retorno do grupo com a formação original para o evento “Chá da Rouge”, no dia 13 de outubro, no Rio. Foi um alvoroço na internet que só por Deus. Fiquei toda me tremendo. Queria ir, mas dinheiro não é algo que disponho no momento (momento durando bastante tempo, inclusive #jovemadultoproblems).

Ah, vocês estão sabendo que revelaram o que essa música significa, né? Não, não é do diabo, pode avisar pra sua mãe. Vocês podem ler a teoria aqui.

Hino do amor <3

8 – Br’oz

Da esquerda pra direita: Jhean, André, Oscar, Filipe. Centro: Matheus.

Vamos ser sinceros aqui, amores: Br’oz é a Rouge de calça jeans e sapatênis (não to criticando, só pra deixar claro). O grupo foi formado em 2003, no mesmo Popstars da Rouge e seus integrantes eram André Marinho, Filipe Duarte (um crush é um crush), Jhean Marcell, Matheus Herriez e Oscar Tintel. Outra febre aqui, estouraram com o primeiro álbum, de mesmo nome da banda. Lançaram mais um álbum, “Segundo Ato” (o nome é muito legal, cara, pqp), em 2004, porém o grupo chegou ao fim em 2005. 2005 foi um ano ingrato pra nós, né mesmo?

Mas e daí, irmãos em Cristo? O grupo tá de volta desde o ano passado e lançou música nova, inclusive. Aguardemos mais coisas, tá cedo pra avaliar ainda.

SIM, SIM, SIM, ESSE AMOR É TÃO PROFUNDO

Uma fofurinha

9 – Sandy e Junior

Pra quem tem dúvidas: como vocês podem ver, são duas pessoas, logo não se chama Sandyjunior.

Não dá pra falar de infância e não falar de um dos meus primeiros amores platônicos, Junior Lima, e da Sandy dona do Brasil. Eles formaram dupla durante 17 anos, de 1990 à 2007. Cara, eles eram os donos do Brasil, na moral. Eu era enlouquecida por eles, real oficial. Primeiro cd que comprei na vida? Sandy & Junior. Primeira fita (na época, nem tinha dvd)? Sandy & Junior. Primeiro seriado que acompanhei? Sandy & Junior. Foram considerados o maior fenômeno do Brasil, tendo vendido mais de 20 milhões de discos.

Todos de pé para a execução do hino nacional.

Só não cai o meu amor e nem dinheiro na conta, sad.

10 – RBD

Da esquerda pra direita: Christopher, Maite, Alfonso (Poncho), Anahi, Christian e Dulce.

Pra fechar com chave de ouro, eles que foram o maior fenômeno da América Latina, premiadíssimos, riquíssimos, donos do México. RBD foi um grupo que marcou uma geração que orgulhosamente se denominava “geração rebelde”. Surgiu em 2004, dentro da novela “Rebelde”, da Televisa, e era formada pelos 6 atores principais: Alfonso Herrera (Miguel Arango), Anahí (Mia Colucci), Christian Chavez (Giovanni Mendéz), Christopher Uckermann (Diego Bustamante), Dulce Maria (Roberta Pardo) e Maite Perroni (Guadalupe “Lupita” Fernandéz). Cara, eu não sei nem se consigo descrever o quão grande foi a Rebelde Mania. Quem viveu, lembra. Quem não viveu, só me resta lamentar por vocês. O grupo lançou 6 álbuns de estúdio, 6 álbuns ao vivo e teve 4 turnês (e eu não fui em nenhum show. Triste).

SOU MUITO REBELDE SIM

Eu amo essa música, mas essas danças da Maite me assustavam. Te amo, May <3

BÔNUS: É o Tchan

Dispensa apresentações. A criança que nunca dançou É o Tchan com toda a inocência não teve uma infância plena, sorry.

Mais uma que eu danço sem precisar estar bêbada.

Bom, linds, espero que tenham gostado da playlist. Foi muito legal revisitar esses hinos da minha infância (chorei em alguns momentos escrevendo esse post, tamanha nostalgia). Se não gostaram, é aquela história de sempre: paciência. Indicação pra todos os gostos é o que não falta.

Beijinhos e um feliz dia das crianças! Não deixe sua criança interior morrer!

Laris 😀

~~Enjoyem a playlist~~

Alô @spotify, queremos Rouge e RBD!