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Música

Matisse

Provavelmente, você nunca, jamais, na vida ouviu falar sobre Matisse. Mas, se você é aquele tipo de pessoa que curte Anavitória ou bandas fofas e de bem com a vida, precisa dar uma chance para Matisse.

Matisse é uma banda mexicana criada em 2014. Tudo teve início quando Pablo Preciado e Román Torres se conheceram na faculdade. A partir daí, eles começaram a escrever músicas juntos e vários cantores e bandas conhecidas demonstraram interesse nessas composições. Melissa Robles foi a última a entrar para a banda, graças a um vídeo gravado no Youtube de uma música do Carlos Rivera.

O nome Matisse surgiu de um insight que os integrantes tiveram no estúdio de gravação, pois lá havia um quadro de Henri Matisse.

Se você está na dúvida escute pelo menos essa música:

Essa é a versão acústica. Me diga, tem como não cantar essa música com um sorriso idiota na cara, independente de estar ou não apaixonado? A música por si transmite certa alegria. Melhor que essa versão, para mim, só essa aqui:

Outra música deles que passa essa sensação gostosa de felicidade é Más que amigos. Quem nunca ficou de olho naquele amigo e não teve coragem de admitir?

Mas, nem só de amor é feita a nossa vida. Quem nunca quis mandar aquele fantasma das vidas passadas ir embora amavelmente e discretamente, no estilo Matisse?

E, também tem aqueles momentos de tristeza. Principalmente, quando vemos que o ex está melhor que a gente. Como sabiamente se fala em Por última vez.

Também tem a versão acústica dessa música que é linda.

Além disso, tem aqueles momentos em que não conseguimos mandar a pessoa embora de forma tão educada. Simplesmente, não conseguimos apagar certas lembranças da nossa mente.

Para os momentos que o ex reaparece como se nada tivesse acontecido…

E quando nós queremos que o ex reapareça do nada…

E quando o que parece não é. Pensamos que a pessoa é de uma forma e no fim das contas…

Também tem aquelas coisas que queremos apagar do histórico.

E tem aquelas vezes que as coisas simplesmente acabam…

E, infelizmente, ás vezes aparece um indesejado terceiro elemento…

Então, acho que já dei muitas opções de músicas que podem fazer vocês se apaixonarem um pouquinho por Matisse. Espero que gostem dessa banda mais que fofa!

Trilha sonora – Dia dos Namorados


Fonte: We heart it

É sempre bom ter uma música para os momentos importantes da vida, o dia dos namorados não é exceção. Sendo assim, andei pensando em algumas músicas que podem ajudar vocês a já ir entrando no clima do Dia dos Namorados (como se vocês precisassem).

Sei que nem todo mundo se encontra apaixonado ou em algum tipo de relacionamento, durante esse período. Pensando nisso, vou indicar músicas para os apaixonados, os quase apaixonados (aquele tipo de pessoa que não sabe exatamente o que sente, mas está sentindo alguma coisa) e para os desapaixonados (não estão apaixonados no momento e não querem nem passar perto desse sentimento).

  • Apaixonados

Cor de Marte – Anavitória

Bendita tu luz – Maná

Malibu – Miley Cyrus

  • Quase apaixonados

Impasse – Marília Mendonça

Perro fiel – Shakira

Stay – Rihanna

  • Desapaixonados

Você partiu meu coração – Nego do Borel

Cancioncitas de amor – Romeo Santos

Romeo must die – Gabrielle Aplin

  • Bônus

No dia dos namorados não tem como passar sem ouvir:

Me enamoré – Shakira

E para quem quiser, está aqui a playlist completa:

VOCÊ PRECISA CONHECER: Take That – A febre britânica dos anos 90.

“O nosso trabalho é divulgar e enaltecer os nossos divos, Take That”.

E aí, pessoas, tudo bom? Estreando aqui no blog ~honradíssima, inclusive~ justamente no dia da maldade *risada malígna*. Dia de mandar aquele “oi, sumida!”, de bater cabelo até ficar com torcicolo, de sensualizar na gelatina… (cês vão entender essa tirada já já).

Ok, sem enrolação. Venho aqui hoje com uma indicação quentíssima. Vocês conhecem Take That? Não? Provavelmente já escutaram músicas deles por aí e não associaram o nome às pessoas, mas titia Laris está aqui para salvar o dia.

Take That é uma boyband (agora estão mais pra manband, mas enfim) britânica de pop formada em 1990, composta, na ocasião, por 5 seres humanos maravilhosos: Gary Barlow, Mark Owen, Howard Donald, Jason Orange e o queridíssimo Robbie Williams (sim, senhor Robert, himself, foi membro de uma boyband). O grupo foi febre na Europa no início dos anos 90 – aquela década maravilhosa que nos trouxe Backstreet Boys, Hanson, Spice Girls e muitos outros artistas -, tendo lançado 3 álbuns e 1 Greatest Hits antes da separação, em 1996, e mais 5, desde o retorno, em 2006.

Da esquerda para a direita: Robbie Williams, Mark Owen, Howard Donald, Jason Orange e Gary Barlow

Falando da década de 90, os meninos foram uma grande revelação do pop, sendo considerados “a resposta britânica aos New Kids on The Block”. Fizeram um estrondoso sucesso na Europa, apesar de serem pouquíssimo conhecidos nas terras de Tio Sam.

O maior sucesso do grupo, até hoje, é Back For Good, do último álbum antes do disband, ‘Never Forget’. Eu cresci ouvindo essa música nas rádios, acho que muita gente dos anos 90 também. Foi, inclusive, trilha1 da novela Explode Coração, de 1995.

Segura essa fossa, Brasil <3

Mas nem tudo são flores, óbvio. Eles tem alguns clipes que me fazem questionar qual a necessidade, tipo Do What You Like, do primeiro álbum, ‘Take That & Party’:

Esse vídeo é uma boa definição de “wtf”, porque, obviamente, se esfregar na gelatina é bem sexy. Anos 90, vocês foram cruéis pra reputações…

Mas também tivemos momentos fofurinhas, como o clipe de Everything Changes, do álbum homônimo, de 1993:

EU VENERO ESSE CLIPE COM TODAS AS MINHAS FORÇAS!!

Eu não preciso nem dizer que a banda fez um sucesso danado entre as adolescentes da época, né? Além do público juvenil feminino, a banda fez bastante sucesso com o público gay, afinal, os meninos começaram se apresentando em clubes e boates. Como diria Vanessão:

A gente sabe que, por debaixo dos panos, rolam umas tretas bem loucas.  Com base no que os próprios disseram no documentário “For the Record” (2005), o relacionamento entre eles era meio complicado, principalmente da parte do Robbie, o rebelde (boyband sempre tem estereótipo, aqui não seria diferente), com o Gary, o gênio musical do negócio. O Gary realmente ganhava mais destaque por motivos de ter a melhor voz do grupo e ser naturalmente um compositor maravilhoso. Aí Robertinho, pelo que diz a lenda, ficou mordido, né? O dito cujo, inclusive, foi o primeiro a se despedir do grupo, em 1995, para seguir carreira solo, pois toda geração tem o seu Zayn, né mores?

Ela é rebelde, ela…

O grupo se separou oficialmente em 1996, deixando milhaaaaaares de fãs órfãs (grupo que se separa deveria entrar no couro, eu acho). Pra vocês terem noção, tiveram que intensificar o atendimento da CVV britânica (que eu não sei o nome, sorry) porque temiam que muitas meninas se suicidassem pelo disband da Take That. Cê é loko, cachoeira!

Pelo menos nos deixaram com um consolo, uma versão linda de How Deep is Your Love, dos Bee Gees.

Nada psicopata esse clipe, né?

O tempo passou e o mato cresceu ao redor. Robbie emplacou lindamente na carreira solo com hits como Angels, Feel e Sexed Up (trilha sonora de ‘Mulheres Apaixonadas’, quem lembra?) e os outros boys estavam cada um num canto desse mundo (menos o Mark, que até pro Celebrity Big Brother foi – e ganhou, inclusive – e lançou 3 cds solo desde a separação do grupo). Em 2005, após o “For the Record” e o lançamento de um novo Greatest Hits, os meninos (já não tão meninos assim) resolveram se reunir e fazer uma turnê, a Ultimate Tour (Robertinho não se juntou aos bandmates porque o rancor no coração era maior que o topete dele no clipe de Advertising Space). Foi um tremendo sucesso e daí eles decidiram voltar a trabalhar juntos.

Daí chegamos a melhor era da banda, o TT4, que virou TT5, que virou TT3. Confuso, não? Pode deixar, eu explico.

Em 2006, Take That (Gary, Howard, Jason e Mark) lançou o álbum Beautiful World (o melhor, na minha humilde opinião). Foi o segundo álbum mais vendido do ano no Reino Unido (e foi lançado em 24 de novembro). Por que eu acho o melhor? Amores, esse álbum é uma bíblia! Só música pra gritar a plenos pulmões “QUE HINOOOO!”.

 

QUE HINOOOOOS! Tá, parei.

Dois anos depois, veio a melhor era, The Circus, e esses homens provaram que sabem como fazer um real espetáculo com a turnê que foi realmente uma das coisas mais incríveis que já tive o prazer de assistir, tanto que eles arrecadaram, na época, 67,8 milhões de dólares (eu não faço ideia de quantos zilhões de reais isso daria, nos dias de hoje). Povo, que showzão. Pra vocês não dizerem que eu sou suspeita pra falar, vou deixar um trechinho aqui:

A imagem não tá tão boa, mas deu pra sacar, né? Quem ficou curioso e quiser assistir o show completo, aqui está.

Daí em 2009 começou o burburinho de que o Robbie teria se reconciliado com os meninos e foi confirmado que tava tudo de boa (o amor venceu <3) e que lançariam o primeiro álbum com os 5 em 15 anos. E, disso aí, nasceu o Progress, que veio rasgando o cy das inimigas quebrando vários recordes. Pra cês terem uma noção, o bichinho, na época, foi o álbum mais vendido de 2010, do século (superado depois por 25, da Adele) e o segundo da história. Coisas que a gente faz todos os dias, né?

Reza a lenda que eles estão remando até hoje…

O sucesso foi tanto que, em 2011, foi lançado o EP Progressed, com 8 faixas inéditas. Os moços, inclusive, participaram da cerimônia de encerramento dos jogos de Londres – Robbie não estava presente por causa do nascimento da filha, Teddy -, junto com Ed Sheeran, One Direction e Spice Girls. Assim, só aqueles amigos do condomínio, né?

Após isso, os tiozões tiraram um tempo pra divulgar suas carreiras solo e, em 2014 retornaram, porém esqueceram 2/5 do grupo no churrasco. Robbie voltou pra vida solo e Jason voltou pro mato (por onde anda Jason Orange? Um beijo pra ele!). O trio lançou o álbum “III” e, em 2015, foi lançada uma versão especial do mesmo.

O pescoço dói porque eu sempre bato cabelo com essas, é de lei.

E depois de 4074857894 anos de espera, finalmente, no fim de março deste ano, chegou nosso newborn, Wonderland. Foram lançados dois singles até agora, Giants e New Day, que traduzem muito bem o espírito desse álbum tão colorido e vivo.

Na verdade, eu não entendi o propósito desse clipe ainda, mas vamos rir pra socializar.

Algo que é bem interessante na banda é que cada cd vem com uma pegada completamente diferente do anterior. Notória a diferença não só nas músicas, como nos elementos que compõe o álbum (ex: The Circus, como o nome já diz, tinha a temática de circo; o Progress, por outro lado, era mais futurista e por aí vai). Fica a dica pra quem curte, além de boa música, um bom visual e um show lotado de efeitos especiais. Os caras mandam bem demais – e eu juro que não to falando isso por ser fã!

Bom, espero que tenham curtido essa indicação (se não curtiram, paciência, depois vem outras). Se vocês tiverem alguma sugestão de artista, podem falar que titia Laris vai atrás pra divulgar e enaltecer, sempre 😉

O tempo faz bem pras pessoas, né mesmo?

POP IS NOT DEAD, AMEN TAKE THAT!

Até a próxima, galeris <3

Bônus: Fiquem com o Carpool Karaoke especial para a Comic Relief com a Take That (James Corden, eu te venero!).

1: Falando em trilha sonora, você pode escutar músicas dos tios em filmes como Stardust, Os Três Mosqueteiros, X-men: Primeira Classe e Kingsman: Serviço Secreto.

~~Aquela playlist marotinha pra iniciar vocês nessa vida de Thatter, enjoy!~~

RESULTADO DA SELEÇÃO

Se você achou que eu esqueci da seleção, está enganadíssimo, bebê!
Dentre as centenas de e-mails que recebi (que felicidade!), consegui o que eu mais queria: montar um time incrível para o Vigor Frágil e correr, junto com você e seu apoio, para fazer crescer ainda mais o blog e, em consequência, nosso time: vocês!

O prazo expirou ontem e, ontem mesmo eu comecei a enviar resposta a todos os selecionados e hoje finalizei (porque sempre tem aqueles que deixam pro último minuto, literalmente.
Cheque seu email se você participou da seleção de colunistas do Vigor Frágil!

LISTA DOS SELECIONADOS

Tayná Bottino
Regiane Medeiros
Juliene Anselmo
Amanda Souza
Joanderson Oliveria
Stephanie Almeida
Caroline Maestrello
Larissa Correia
Raquel de Pávoas
Rebeca Ferreira
Emanoel Freire
Mariana Lira
Mayara Cavalcante
Deborah Sequeira
Mariane Schiming
Joana Maria
Isabella Santiago
Suzana Sobral

PROCURA-SE COLUNISTAS

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O blog Vigor Frágil vem crescendo cada vez mais e sinto que não estamos dando conta de atender a demanda dos nossos leitores. Então, pra quem gosta e SABE escrever BEM, tem oportunidade por aí! Quero abrir, pra vocês que gostam desse mundo de blog e social media e, que querem se comprometer com os leitores, criando conteúdo semanalmente (não necessariamente a mesma pessoa postar toda semana, acalmem-se), para se juntar a nossa equipe. Infelizmente, não é remunerado, porque somos pobrinhos mesmo, na verdade, eu só tenho despesas pra manter o blog, então é tudo uma questão de amor e experiência.

TEMAS SOBRE O QUE VOCÊ PODE SE INSCREVER:

– Relacionamento
– Pensamentos/Desabafos
– Superação
– Contos e Crônicas
– Séries/Filmes
– Livros/Frases
– Música/Universo Pop
– Moda
– Decoração
– Fotografia
Feminismo

Escolha a que você mais gosta (pode ser mais de uma categoria, pois se não for selecionado em uma, pode ser em outra) e me envie um email no endereço: colunistasvigorfragil@gmail.com ou vigorfragil@gmail.com  preenchendo os seguintes requisitos:

– Seu nome, idade, se estuda (qual ano/curso)/trabalha, se tem blog (deixa o link pra eu dar uma visitada, tá?), e se pode escrever pro blog duas vezes por mês, pelo menos!

– Coloque no assunto do email qual categoria você escolheu (categorias diferentes, emails diferentes).

– E O MAIS IMPORTANTE: coloquem em anexo (ou no corpo do email mesmo) dois exemplos de posts (como se você já fosse uma colunista e estivesse postando no blog) que você faria do tema escolhido. Isso será primordial para que eu veja sua linguagem, seu jeito, e se encaixa com o jeitinho do blog!

O PRAZO É ATÉ 30 DE MAIO!!!

O RESULTADO SAI 02 DE JUNHO!!!

Fonte: Isabela Freitas