Navegando na Categoria

Séries/Filmes

Filmes da Infância

Oi Gente, tudo bem?

Hoje vim conversar com vocês sobre filmes da infância. Você se lembra qual era o seu filme preferido? Se lembra de todos que você mais assistia? E se você pudesse assistí-los novamente, você assistiria?
Eu sou suspeita pra falar, sou viciada em filmes e séries. Recentemente encontrei alguns filmes que eu era louca quando criança na Netflix e achei legal ter esse bate papo com vocês e compartilhar 3 dos meus preferidos.

O primeiro se chama ” O Jardim Secreto” que pra mim é o “mais-mais” da minha lista toda de filmes preferidos. Ele foi baseado no livro infantil de Frances Hodgson Burnett em 1911 e foi considerado a obra mais importante da autora. Em 1987 foi lançado a primeira versão em filme para TV, mas também existe a versão em desenho e em 1993 foi gravado novamente dirigido pela polonesa Agnieszka Holland. O filme em si não tem uma “historinha” infantil, ou de conto de fadas, é um filme basicamente de drama e mesmo assim não sei definir o que me fez amar esse filme, eu só gosto e quando criança assistia praticamente todos os dias, coisa de criança né?! Hahaha!

Bom, o filme conta a história de Mary Lennox (Kate Maberly), que morava com seus pais na Índia e era educada e cuidada por uma babá e seus criados. Um dia durante uma festa, teve um terremoto que ocasionou a morte de seus pais e o único parente que poderia obter a guarda  da menina era seu tio Lorde Archibald Craven( John Lynch ) que mora na mansão na Inglaterra na mansão Misseltwaite, mas suas atitudes eram muito parecidas com a de seus pais, estava sempre viajando e deixando a casa para os empregados, tato que esqueceu de buscá-la no porto, porém ele lhe dava tudo que precisava e fazia questão de garantir sua educação e quem colaborava com isso era Marta, uma de suas empregadas. Mary era mimada até para se vestir, já que na Índia era obrigação de suas criadas lhe vestirem. A mansão era admnistrada pela senhora Medlock (Maggie Smith), uma governanta bem fria e rigorosa. Aliás, toda a mansão era fria. Lorde Craven perdeu sua esposa há dez anos e nunca superou a tragédia e para piorar, o fruto dessa relação, o garoto Colin Craven, era uma criança mesquinha e antipática, mas uma ves que não se tem muito o que fazer dentro da mansão, só restou brincar do lado de fora e em uma das explorações de Mary, ela encontrou um jardim secreto que estava abandonado desde que sua tia havia falecido e todos eram proibidos de entrar.
Entusiasmada com isso ela conhece o irmão de Marta o Menino Dickon e acaba lhe contando sobre o jardim e com a ajuda um do outro eles exploram todo o jardim e cuidam dele.
Em uma noite, Mary decide andar pela mansão e acaba descobrindo Colin, seu primo que nunca aprendeu a andar e que todos dizem ser doente e é ai que a história começa com suas aventuras e mistérios. Juntos os três formam uma parceria e o resto dessa história?! Ahhh! Isso não vou contar, vão ter que descobrir sozinhos.

Desenho de O Jardim Secreto ( Passava na TV Cultura)

 

O próximo filme é “Madeline”, de 1998 dirigido por Daisy Von Scherler Mayer. Também passava na TV Futura em desenho com vários episódios diferentes e divertidos, mas o filme se passa em Paris nos anos 50 e Madeline (Hatty Jones) era uma das 12 meninas que são mantidas numa instiruição da Lady Covington( Stéphane Audran). Quem admnistrava era a senhorita Clavell (Frances McDormand) que as acompanhavam em tudo com muito amor e compreensão. Todas eram bem agitadas mas Madeline tinha seu charme e sua particularidadee era uma criança bem peculiar perto das outras meninas. Quando Lady vem a falecer, seu marido decide vender a mansão, porém as garotinhas não deixam nada barato e começam a fazer travessuras para que não consiga vender a mansão. O Marido de Lady, por ser um velho chato e rigoroso, não gostou nada dessas “travessuras” ainda mais po saber que tiveram ajuda de Pepito (Kristian de La Osa) filho do embaixador da Espanha. Mas pra saber quais foram essas travessuras, vão ter que assistir, mas vão de provocações até sequestro e vale muito a pena se divertir com essa galerinha.

 

E por fim mas não menos importante, o último filme é brasileiro, isso mesmo brazuca na veia! Acredito que muita gente já tenha assistido ou ouvido falar que é ” O menino Maluquinho”. Lançado em 1995 dirigido por Helvécio Ratton e produzido por Tarcisio Vidigal, foi inspirado no livro inafanto-juvenil do cartunista Ziraldo.

Maluquinho (Samuel Costa), era um menino bem atentado, de classe média que adorava brincar com seus amiguinhos na escola e na rua, eles pregavam peça um nos outros e nas outras pessoas tambem, e tudo isso ele aprendeu com seu avô, o famoso “Vô Passarinho”( Luiz Carlos Arutin). Nas férias ele e seus amigos vão passar na fazenda  de seu avô e lá eles vivem várias aventuras e aprendem lições valiosas sobre a vida.

Vocês devem estar me achando uma velha né?! Só filme dos anos 90, mas na minha infância, esses filmes eram como se fosse Crepúsculo de hoje em dia e eu adorava todos eles.
Claro que tem muitos outros, poderia ficar falando até amanhã aqui, mas se quiserem e gostarem posso fazer uma parte 2 desse post com outros filmes e até desenhos da infância.
Todos esses filmes estão disponíveis na Netflix e acredito que tenha por ai na internet também, é só da uma pesquisadinha.

Mas se você gostou, compartilha com seus amigos, dá uma conferida nos filmes, curte, deixa nos comentarios seus filmes preferidos da infância e se você já assistiu um desses, me conta também!

Fiquem ligados no blog que logo teremos novos conteúdos.

Beijos!

 

Feliz Dia da Independência das Filipinas

“But keep the change cuz I’ve got enough a little time and some tenderness. You’ll never buy my love…”

IMG_3571

Toda segunda-feira acordo cansada. Cansada pelo final de semana intenso, cansada pela noite mal dormida, pensando em todas as tarefas que tenho de exercer durante a semana e principalmente cansada de tantas promessas mortificadas e enterradas quando o dia amanhece. Eu ignoro o despertador; uma, duas, três vezes. Ignoro a dor de cabeça, meu estômago gritando, meu ego ferido e uma mancha de café no meu pijama novo. Eu consigo levantar da cama, colocar um cachecol que esconde a mancha, um casaco sobre a roupa que dormi. Escovo os dentes com a mão direita, enquanto a esquerda prende meus cabelos em um coque bagunçado; aliás, obrigada Pinterest por glamourizar meu penteado habitual. Eu poderia acordar mais cedo, prestar atenção no primeiro som que o despertador faz, poderia escolher minha roupa na noite anterior, deixar os pijamas apenas para dormir, comprar um Vanish, preparar um café e algumas torradas para mim mesma, a fim de amenizar a dor no estômago, mas vou levando. Apertando o botão do elevador 17 vezes em um tentativa frustrada de ele vir mais rápido, ignorando a luz vermelha do combustível, porquê eu nunca tenho tempo de abastecer antes do primeiro turno.

Uma segunda despretensiosa e medíocre, como qualquer outra, ou como qualquer dia da minha vida nos últimos meses. Seria uma segunda corriqueira, até eu notar meu feed repleto de corações e declarações, fotos com sorrisos sinceros, outros desesperados posando para um teatro ridículo, mãos entrelaçadas, frases de Clarice, músicas do Cicero, letras do Jorge e Matheus e mais corações, rosas, vermelhos, multicoloridos. Eu poderia vomitar ali mesmo, no teclado do computador, na frente da minha chefe e dos meus colegas que já me julgam mal e provavelmente culpariam minhas doses de destilado do final de semana. Neste momento, eu quase agradeço por estar de estômago vazio e economizar uma vergonha neste fatídico dia.

O gosto amargo na boca volta. Um ano que esta data não representa algo bom para mim, apenas mais um dia em que grito DESESPERADA, tratar-se de uma invenção capitalista, afirmo não passar o dia da árvore abraçada em uma, afirmo para mim mesma que irei economizar em presente. Posto imagens alertando os apaixonados a não fazerem parcelas do presente mais longas que o relacionamento, mas no fim resume-se á uma necessidade de querer estar com alguém, dividir um cobertor, um café, um litrão barato no barzinho da esquina ou um vinho importado. Suplico ao destino por uma explicação de estar sozinha, e por não despertar aquela vontade de ficar nas pessoas. Passei da fase de culpar meu cabelo, minha voz, meu corpo. Aceitei que não sou apaixonável.

O relógio se arrasta tal qual eu mesma durante o dia. Troco o almoço por uma porção de fritas, para lembrar ao meu estômago que eu que mando. Arrependo-me em seguida, finjo não estar acontecendo nada e torno a exacerbar minhas escolhas. Reflito em como era infeliz em relacionamentos forçados, em como desisto das pessoas nos primeiros vacilos, em como aprendi a valorizar minha própria companhia, e em como (mesmo com a ressaca arrebatadora) sou feliz nas segundas-embora exausta-. Estou solteira, mas não necessariamente sozinha. Tenho minhas amigas, tenho vinho, tenho a liberdade de ir para qualquer lugar, tenho amor próprio; e isso depois dos meus últimos relacionamentos é o maior presente que poderia dar a mim mesma. Vou para casa, abasteço o carro, passo no shopping e escolho algo para me presentear. Eu mereço um mimo por aguentar minha inconstância diariamente. Compro o tira manchas, frutas, torradas prontas, abasteço o estoque de remédio para dor de estômago, o antiácido, compro barras de chocolate, uma massa importada e os ingredientes para fazer um molho especial.

Assisto de longe casais passando felizes, e então respiro aliviada por também estar assim; FELIZ. Não ter alguém para compartilhar as dores do dia, chega ser ofensivo com as minhas amigas que estão sempre juntas para me apoiar, ajudar a segurar a barra e o cabelo quando necessário. Eu não tenho dores de cabeça por brigas mesquinhas, as de ressaca resolvem-se facilmente com uma aspirina, não tenho preocupações além das que eu mesma crio. Tenho ciência que meus antigos relacionamentos foram conturbados, então talvez eu só não encontrei a pessoa certa, mas por enquanto eu realmente me basto. Eu comprei um pijama novo livre de manchas, eu vou preparar o melhor jantar para a melhor pessoa, escolher uma maratona de filmes, e fazer uma panela de brigadeiro. Porquê eu mereço o melhor de mim, aguento minhas falhas e adversidades, corrijo meus defeitos de forma branda. Mereço aproveitar a melhor parte de mim mesma. A minha receita de molho de tomate  e a torta de limão são uma dessas vantagens de se conviver comigo.

Nota da autora: Indico para as enamoradas por si mesma uma maratona contendo Breakfast at tiffany’s,  Mean Girls e 13 Going on 30. A receita do molho é real, mas poucos são dignos desta iguaria. <3

O que aprendi com How I Met Your Mother

Já faz algum tempo que How I met your mother terminou, mas admito a culpa em cartório que a faculdade me consumia até os cabelos e meu pouco livre era gasto: estudando mais ou tentando não surtar com a quantidade de coisas para fazer, então séries era algo que eu só sabia e ouvia falar, as poucas que eu assistia estavam toneladas de temporadas acumuladas e começar uma nova era missão impossível. Então assim que terminei a faculdade no fim do ano, meu primeiro luxo como recém-formada foi maratonar todas as séries atrasadas e começar novas séries, entre elas How I met your mother, e simplesmente me apaixonei pela série, mas aquela paixão sem fim de se identificar demais com os personagens ao ponto de se achar membro da série.

E como o próprio nome já diz, a série conta a história de Ted, um arquiteto apaixonante que conta aos seus filhos como conhece sua adorada e idolatrada esposa, mas é através dessas histórias que ele relembra suas decepções, seus sonhos, suas conquistas, todas passadas junto de seus amigos e como cada um foi construindo sua própria vida e amadurecendo, o que acabou gerando uma terapia para a pessoa aqui, porque me fez ir em extremos, desde muita risada à lagrimas, além de me ensinar infinitas coisas que algumas quero compartilhar com vocês também!

  1. Nem sempre a vida vai ser o que você espera dela.

Se existe uma frase que nunca vou me esquecer desse seriado com total certeza é a frase dita pela Lily para o Ted sobre a vida: “você não pode projetar sua como se fosse um prédio. As coisas não funcionam assim. Você precisa apenas vivê-la… e ela vai se projetar sozinha”, essa frase cabe na vida como uma luva, para mim como o par completo, pois sou arquiteta hehe, afinal quantas vezes não tentamos criar cada passo na nossa cabeça de como a nossa vida tem que ser? Longe disso de dizer que devemos deixar tudo na mão do destino, mas já pararam para pensar que se planejamos cada milésimo de tudo perdemos a melhor parte que é ser surpreendido?!

  1. Sempre aceite novos desafios.

“Challange accepted”, foi uma das frases que Barney mais usou ao longo de nove anos de série e acredite ele nunca recusou um desafio sequer! E ai que te pergunto quantos desafios você simplesmente desistiu por não ter coragem suficiente? Que tal começar a aceitá-los?! Ah! Se tiver com medo, coloca ele no bolso de trás e vai com medo mesmo, garanto que vai ser uma nova experiência para contar quem sabe para os seus filhos?!

  1. Não se envergonhe do seu passado.

Claro que seus amigos sempre vão relembrar e fazer piadas desses momentos, mas vai chegar um momento em que você mesmo estará rindo das desgraças e momentos do passado, e nunca se esqueça, não se envergonhe do seu passado, ele fez justamente a pessoa maravilhosa que você é hoje!

  1. Amizades verdadeiras sempre permanecem.

Acredito muito no fato de que cada pessoa que passa pela nossa vida, tem sua missão e muitas vezes vão embora. Mas já pararam para pensar quantas dessas pessoas também ficam em nossas vidas? Lily tem uma teoria para isso que passei a adotá-la para a vida, conhecido também como o teste da varanda, que busca autenticar as amizades, para Lily qualquer pessoa que ela consegue imaginar passando algum tempo com ela em uma varanda 50 anos depois, deve ser considerado um grande amigo fiel, afinal amigos são a família que escolhemos.

  1. Acredite no amor, mesmo que ele demore a aparecer.

Uma coisa que essa série me ensinou demais foi sobre o amor e como ele pode acontecer cedo, genuíno e se transformar no “para sempre”, como Lily e Marshall ou como pode demorar anos para acontecer, mas que devemos permanecer acreditando nele mesmo não sendo tão sortudos de primeira, afinal conheceremos diversas pessoas que nos acrescentaram de alguma forma algo que nos prepara para quando o verdadeiro amor fiel chegar. E se você conhecer alguém que faça você rir e que te ame, apesar dos seus defeitos, case-se com esse alguém, porque quando existe esse amor entre duas pessoas, mesmo que uma pise na bola com a outra, elas sempre darão um jeito de consertas as coisas, e pode ter certeza que esse era o verdadeiro amor que você buscava.

  1. Faça a sua vida ser LEGENDARY!

Segundo Barney, todas as noites de sua vida devem ser legendárias e você não deve se contentar com menos que isso, não importa se ela vai terminar com você afogando o quarto em lágrimas com alguma decepção ou bebendo até cair com os amigos, o importante é como você leva isso, seja como um aprendizado, como uma memória inesquecível, mas o que não pode ser é menos do que isso, cada dia é único e ele sempre deve terminar sendo: “It’s gonna be legen – wait for it ‘ dary!”.

E vocês o que aprenderam com HIMYM ou com outra série que vai levar para a vida toda? Compartilha aqui nos comentários, vamos adorar saber! E quem ainda não assistiu, corre já que a série fica no Netflix até dia 01 de Julho!

RESULTADO DA SELEÇÃO

Se você achou que eu esqueci da seleção, está enganadíssimo, bebê!
Dentre as centenas de e-mails que recebi (que felicidade!), consegui o que eu mais queria: montar um time incrível para o Vigor Frágil e correr, junto com você e seu apoio, para fazer crescer ainda mais o blog e, em consequência, nosso time: vocês!

O prazo expirou ontem e, ontem mesmo eu comecei a enviar resposta a todos os selecionados e hoje finalizei (porque sempre tem aqueles que deixam pro último minuto, literalmente.
Cheque seu email se você participou da seleção de colunistas do Vigor Frágil!

LISTA DOS SELECIONADOS

Tayná Bottino
Regiane Medeiros
Juliene Anselmo
Amanda Souza
Joanderson Oliveria
Stephanie Almeida
Caroline Maestrello
Larissa Correia
Raquel de Pávoas
Rebeca Ferreira
Emanoel Freire
Mariana Lira
Mayara Cavalcante
Deborah Sequeira
Mariane Schiming
Joana Maria
Isabella Santiago
Suzana Sobral

PROCURA-SE COLUNISTAS

18519958_1920870868157251_7446507236611401953_n

O blog Vigor Frágil vem crescendo cada vez mais e sinto que não estamos dando conta de atender a demanda dos nossos leitores. Então, pra quem gosta e SABE escrever BEM, tem oportunidade por aí! Quero abrir, pra vocês que gostam desse mundo de blog e social media e, que querem se comprometer com os leitores, criando conteúdo semanalmente (não necessariamente a mesma pessoa postar toda semana, acalmem-se), para se juntar a nossa equipe. Infelizmente, não é remunerado, porque somos pobrinhos mesmo, na verdade, eu só tenho despesas pra manter o blog, então é tudo uma questão de amor e experiência.

TEMAS SOBRE O QUE VOCÊ PODE SE INSCREVER:

– Relacionamento
– Pensamentos/Desabafos
– Superação
– Contos e Crônicas
– Séries/Filmes
– Livros/Frases
– Música/Universo Pop
– Moda
– Decoração
– Fotografia
Feminismo

Escolha a que você mais gosta (pode ser mais de uma categoria, pois se não for selecionado em uma, pode ser em outra) e me envie um email no endereço: colunistasvigorfragil@gmail.com ou vigorfragil@gmail.com  preenchendo os seguintes requisitos:

– Seu nome, idade, se estuda (qual ano/curso)/trabalha, se tem blog (deixa o link pra eu dar uma visitada, tá?), e se pode escrever pro blog duas vezes por mês, pelo menos!

– Coloque no assunto do email qual categoria você escolheu (categorias diferentes, emails diferentes).

– E O MAIS IMPORTANTE: coloquem em anexo (ou no corpo do email mesmo) dois exemplos de posts (como se você já fosse uma colunista e estivesse postando no blog) que você faria do tema escolhido. Isso será primordial para que eu veja sua linguagem, seu jeito, e se encaixa com o jeitinho do blog!

O PRAZO É ATÉ 30 DE MAIO!!!

O RESULTADO SAI 02 DE JUNHO!!!

Fonte: Isabela Freitas