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Desenvolvimento Pessoal Feminismo

Cinderela, o conto da carochinha e o monstro do nunca ser feliz

Era uma vez, num mundo adoecido pela indiferença, uma geração de mulheres criada sob a égide de falsas promessas. Todas elas – em maior ou menor grau -, cresceram ouvindo o conto da carochinha sobre uma vida sem qualquer magia ou graça, caso não possuíssem três elementos fundamentais: beleza extrema (ditada por um padrão inatingível); doçura agigantada (sem poder reclamar de nada – deveriam viver sempre sorrindo); e um homem o qual quisesse amá-las e salvá-las das bruxas más ao longo da vida (pois elas mesmas, sozinhas, jamais seriam capazes de tamanho feito). E, assim, criou-se uma horda de mulheres com a autoestima abalada e sem a real noção acerca da própria força. Continue Reading

Desenvolvimento Pessoal Feminismo Grazi

Seja sua, mulher!

Sabe aquele cara que só quer tirar a sua roupa?
Ele não merece você. Não merece essa mulher do caralho que você demorou tanto tempo para descobrir que era. Para se construir. Vai por mim, ele é só um babaca, que pode fazer com qualquer uma o que faz por você. Desculpe-me pelas palavras duras, mas, por aqui, não existem meias verdades. Continue Reading

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NÓS merecemos MAIS!

Cada dia que passa fica ainda mais claro o lugar em que a sociedade machista quer a mulher, querem a mulher num canto, curvada, sem voz, de cabeça baixa e no máximo concordando com um gesto de cabeça bem discreto pra não chamar atenção, e coitada daquela que ousar sair desse papel, para ela se levantarão dedos, vozes, acusações e xingamentos, não apenas por ter errado, mas pelo simples fato de ter ousado tentar.

E eu cansei! Continue Reading

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RESULTADO DA SELEÇÃO

Se você achou que eu esqueci da seleção, está enganadíssimo, bebê!
Dentre as centenas de e-mails que recebi (que felicidade!), consegui o que eu mais queria: montar um time incrível para o Vigor Frágil e correr, junto com você e seu apoio, para fazer crescer ainda mais o blog e, em consequência, nosso time: vocês!

O prazo expirou ontem e, ontem mesmo eu comecei a enviar resposta a todos os selecionados e hoje finalizei (porque sempre tem aqueles que deixam pro último minuto, literalmente.
Cheque seu email se você participou da seleção de colunistas do Vigor Frágil!

LISTA DOS SELECIONADOS

Tayná Bottino
Regiane Medeiros
Juliene Anselmo
Amanda Souza
Joanderson Oliveria
Stephanie Almeida
Caroline Maestrello
Larissa Correia
Raquel de Pávoas
Rebeca Ferreira
Emanoel Freire
Mariana Lira
Mayara Cavalcante
Deborah Sequeira
Mariane Schiming
Joana Maria
Isabella Santiago
Suzana Sobral

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O DIA EM QUE SAÍ DE CASA SEM SUTIÃ

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Foi bem assim que eu saí! E aí, qual sua opinião? Aproveita e me segue no Instagram!

Hoje eu saí de casa sem sutiã.
A minha cidade natal é interior do interior.
Precisei ir ao centro e você precisa entender que a vida se concentra no centro da cidade.
Lojas, escritórios, teatros, lanchonetes, cartórios, é o elo que liga algumas escolas aos bairros e etc.

A forma como as pessoas me olhavam, foi bizarra.
Eu estava me sentindo absolutamente confortável.
Blusa de frio e sem sutiã.
Nada de malha.
E nem se fosse.

Algumas garotas me olhavam, cutucavam a colega e soltavam risadinhas.
Outras se sentiam indignadas e me olhavam com muito julgamento.
Os homens tinham olhares nojentos.
Pareciam que nunca tinham visto seios por cima de uma blusa.
Imagina esses pobres coitados olhando um seio grande (os meus são pequenos) e bonito pessoalmente e sem nada pra atrapalhar?
Coitadas das mulheres que receberem esse olhar.

Eu não entendo o motivo disso chocar tanto a sociedade!
Já andei sem sutiã pelas ruas do Rio e pareceu que eu nem existia.
Era um ser humano apressado como qualquer outro.

Quando era mais nova, eu amava usar sutiã, justamente porque não tinha muito peito, mas hoje eu me sinto bem com essa parte do meu corpo, é proporcional ao resto, a quem eu sou.
Não deixei de usar sutiã pra chocar ou aparecer.
Comecei a ter incômodos que passaram a uma alergia bizarra e, agora, minha pele queima quando eu uso.

E sabe?
Eu não gosto mais de sutiã, eu não preciso dele, eu me sinto bem sem ele.
E sabe a sociedade julgadora?

FODA-SE!
É O MEU CORPO E COMO EU LIDO COM ELE!