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Contos e Crônicas

Contos e Crônicas

Todo bobo por ela

Ela é como um parque de diversões
Daqueles cheio de emoções
Com um céu estrelado
Cada estrela representando um sentimento vivo
Cada constelação um amor que é sentido
No seu coração

Tão bela quanto à bela da fera
Seu sorriso é mais aceso que uma forte vela
Fico em pleno derretimento
Todo bobo por ela
Seus cabelos voam com os pássaros no vento
Paro em pleno encantamento
Todo bobo por ela

Ela é como um show esperado
Repleto de apaixonados
Que anseiam por música
Cada segundo da sua voz é uma vibração
Cada minuto uma incrível canção
Que deixa todos vidrados
Também pelas batidas do seu coração

Tão bela quanto à bela da fera
Seu sorriso é mais aceso que uma forte vela
Fico em pleno derretimento
Todo bobo por ela
Seus cabelos voam com os pássaros no vento
Paro em pleno encantamento
Todo bobo por ela

Ela é como uma sereia na terra
Com a sua cauda transformada em lindas pernas
Que passeiam pela vida sem pressa
Cada traço do seu corpo é monumental
Cada olhar que ela atrai é natural
Eu sou como um marujo num barco inacabado
Que veleja no mar, à procura do amor
Mas só em terra firme
Que encontra esse amor

Tão bela quanto à bela da fera
Seu sorriso é mais aceso que uma forte vela
Fico em pleno derretimento
Todo bobo por ela
Seus cabelos voam com os pássaros no vento
Paro em pleno encantamento

Todo bobo por ela
Contos e Crônicas Texto do Leitor

TEXTO DO LEITOR: Você merecia ser bem mais que uma mera amante

Oi.

Eu sei que você deve estar muito magoada comigo, e não tiro suas razões. Sei e reconheço o quanto você quis evitar o sofrimento,  e o tanto que relutou contra isso. Mas eu insisti. Fui tentando me parecer tão convicto de minhas intenções e me aproximando em cada pequena brecha que enxergava, que nada mais era do que sua carência. Carência por terem desperdiçado a chance de estar com você; idiota. Continue Reading

Contos e Crônicas Grazi

Ainda existem vestígios de você em mim

Ontem eu me deitei com uma saudade imensa de você.
Ela foi tão grande, que nem consegui ficar na cama.
Inquieta, vaguei pelos cômodos aqui de casa, comi batata palha – senti falta de um vinho bem barato para acompanhar, como a gente fazia antigamente – ouvi músicas tristes e deitei sozinha no chão, olhando pro teto branco.
Céus, como eu odeio esse teto branco, com as paredes amarelas. Continue Reading